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terça-feira, 25 de abril de 2017

Os Sintomas de Intoxicação

O corpo humano é constituído basicamente de matéria e energia. Toda a vida acontece através de atividades químicas e elétricas. Cada pensamento, sentimento, emoção ou ação causam alterações químicas e elétricas. Da mesma forma, cada pensamento ou conduta é proveniente destas alterações. 

Se percebermos o nosso corpo desta forma, será fácil reconhecer que pensamentos negativos como o medo podem causar úlceras; medo que, associado à má alimentação, com falta de alimentos frescos e nutritivos irá ajudar na formação da doença e dificultar a sua cura.

Assim, para o ser humano funcionar com o máximo de eficiência e alcançar a sanidade em todos os aspectos da vida, é fundamental supri-lo com as bases químicas que precisa. 


Existe uma única fonte, que é uma dinâmica alimentar saudável, que envolve os cinco alimentos:

 1) Nutrição
 2) Hidratação
 3) Respiração
 4) Atividade física 
 5) Relaxamento.


A partir do momento em que esta dinâmica de hábitos saudáveis não acontece e se perpetuam os "maus hábitos", cria-se um círculo vicioso onde os "maus hábitos" geram distúrbios metabólicos (energéticos), que dificultam a clareza de pensamentos, os quais tornam-se confusos e negativos, gerando mais distúrbios metabólicos e mais dificuldades para ter hábitos disciplinados de saúde. Pronto! Está construída uma desarmonia, uma "desinteligência", uma inimizade com o próprio Ser.

E a desarmonia permanente e excessiva irá diminuir e debilitar as funções de todo o organismo, principalmente quando falamos nos mecanismos e sistemas de excreção. 
Podemos incluir, além dos fatores físicos e internos, os externos como o barulho e a luz muito forte, cores berrantes, formas agressivas, odores artificiais e contato exagerado com produtos sintéticos.

Todas essas parafernálias das cidades grandes e do mundo "moderno" provocam um estado de estresse que estimula exageradamente os cinco sentidos e perturba todas as funções fisiológicas. Quanto mais agressivos os estímulos que a pessoa sofre ao longo do seu dia, maior o tempo de sono, relaxamento e "digestão" ela irá necessitar para eliminar estes estímulos nocivos e se regenerar.
O corpo humano está programado para realizar as suas funções de eliminação e mobilização desde a segunda metade da noite até o início ou meio da manhã. Ou seja, quanto mais intoxicado o organismo está, maior será o seu mal estar ao acordar. 
Trata-se de uma série de sintomas provocados pelo esforço dos órgãos excretores para se livrarem do excesso de toxinas.

Sintomas no corpo físico
São os mais numerosos e fáceis de perceber. Trata-se do corpo tentando avisar rapidamente sobre suas dificuldades.
Pálpebras inchadas ou coladas, olhos vermelhos, escleróticas amarelas, visão turva, necessidade de assoar o nariz, nariz entupido, boca pastosa ou seca, língua coberta por uma placa branca ou amarelada, vontade de tossir e de cuspir, mau hálito, dor no couro cabeludo, dor de cabeça, de estômago, de barriga ou de outras partes do corpo, corpo pesado, rigidez e fraqueza nas articulações e músculos, problemas de pele e cabelos, cansaço geral.

Sintomas no cérebro e corpo mental
As sinapses - comunicação entre os neurônios - e todo o processo de raciocínios lógicos/analógicos ficam prejudicados. Nestas condições acontece um "emburrecimento" que pode ser de grau leve, médio ou grave, prejudicando inclusive as reações instintivas de defesa, portanto de preservação da vida.
Mente confusa com uma sensação de estar perturbado. Raciocínio lento, memória falha e indecisão geral. Dificuldade para pensar e planejar.


Sintomas de ordem psico-emocional


A conduta e atitudes passam a sofrer interferências de instabilidade e vulnerabilidade emocional. Nestas condições haverá uma tendência para a pessoa viver no mundo da ilusão, perdendo gradativamente o contato com o mundo da realidade, a vontade de viver o aqui e agora, começando a aparecer os sintomas de ansiedade, melancolia e depressão.


STUM

Somos Todos Um

quinta-feira, 9 de março de 2017

Os perigos da Carne Processada

Comer bacon, salsicha ou presunto aumenta o risco de câncer, afirma a Organização Mundial da Saúde. Instituição coloca tais produtos na mesma categoria de cigarros e também alerta sobre riscos da carne vermelha.

Comer carne processada, como presunto, salsicha e bacon, aumenta o risco de câncer, e a carne vermelha também pode desencadear a doença. É o que aponta um relatório da Agência Internacional de Pesquisa para o Câncer (Iarc), da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado nesta segunda-feira (26/10).
O relatório foi compilado por 22 especialistas de 10 países, que analisaram mais de 800 estudos internacionais sobre carne e câncer. A equipe classificou a carne processada como "cancerígena para humanos", e a carne vermelha como "provavelmente cancerígena para os humanos".
A análise revelou que havia "evidencias suficientes nos humanos de que o consumo de carne processada provoca câncer colorretal", informou a agência com sede em Lyon, na França. Entre as carnes desse tipo estão salsichas, carne enlatada, carne seca, molhos à base de carne, entre outros.
Assim, a carne processada foi listada no grupo 1 da Iarc – categoria que também inclui cigarros, amianto e fumaça de diesel. No entanto, a agência ressaltou que isso não significa que ela seja tão perigosa quanto esses elementos.

"Para uma pessoa, o risco de contrair câncer ao comer carne processada continua sendo pequeno, mas ele aumenta de acordo com a quantidade de carne consumida", disse Kurt Straif, da Iarc. Cada porção de 50 gramas de carne processada consumida diariamente aumenta em 18% o risco de câncer colorretal, segundo a agência.
"Tendo em vista o grande número de pessoas que consomem carne processada, o impacto global sobre a incidência de câncer é importante para a saúde pública", disse Straif.
Tim Key, professor da Universidade de Oxford, afirma que a possível ligação entre carne vermelha e processada e câncer é conhecida há algum tempo. "Comer bacon de vez em quando não vai causar muitos danos – uma dieta saudável tem a ver com moderação", pondera.
A Iarc, no entanto, afirma que conselhos do tipo costumam ter como foco doenças cardíacas e obesidade. A agência cita estimativas do projeto internacional Global Burden of Disease, segundo as quais a cada ano 34 mil mortes por câncer ocorrem devido a dietas ricas em carne processada. Em comparação, cerca de 1 milhão de mortes por câncer ao ano são atribuídas ao tabaco, e outras 600 mil ao consumo de álcool.

A carne pode ser processada de várias formas, através da salga, cura, fermentação ou defumação, mas a agência não constatou se o método de processamento afeta ou não o risco de câncer.
Quanto à carne vermelha, a análise constatou "evidências fortes dos efeitos cancerígenos" do consumo do alimento – principalmente no desenvolvimento de câncer de cólon e de reto, mas também no de pâncreas e próstata. A categoria inclui carne bovina, de porco, cordeiro, carneiro, cavalo e cabra.
Grupos da indústria da carne criticaram o resultado, argumentando que o câncer não é causado por alimentos específicos, mas por vários fatores.

Há algum tempo médicos e agências governamentais vêm alertando que uma dieta com muita carne vermelha está associada ao câncer, incluindo o de cólon e no pâncreas.
Carne vermelha
Não está claro ainda em que medida a carne vermelha pode aumentar o risco de câncer, mas um grupo de pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, tem uma hipótese.
Eles acreditam que o ácido siálico Neu5Gc, uma molécula de açúcar presente na carne vermelha, estimule um processo inflamatório no organismo, que predispõe ao desenvolvimento do câncer.

O Neu5Gc é encontrado naturalmente na maioria dos mamíferos, mas não nos seres humanos. O consumo persistente de carne vermelha levaria a uma inflamação crônica – que, como já se sabe, pode desencadear tumores – se o sistema imunológico humano estiver constantemente produzindo anticorpos contra o Neu5Gc, uma molécula estranha ao organismo.
Para testar a hipótese, os pesquisadores manipularam ratos de laboratório para que eles imitassem os humanos, ou seja, para que o Neu5Gc fosse uma substância estranha a eles também. Depois, os ratos foram alimentados com Neu5Gc e desenvolveram uma inflamação sistêmica. A formação de tumores quintuplicou e houve acúmulo de Neu5Gc nos tumores.
O teste em humanos é mais complicado, mas a equipe acredita que a descoberta possa ajudar a explicar a conexão entre a carne vermelha e outras doenças agravadas por inflamações crônicas, como aterosclerose e diabetes tipo dois.
Fonte: Terra Notícias