Mostrando postagens com marcador sistema. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sistema. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Lavagem Cerebral em Relacionamentos Abusivos

Sobre os sistemas abusivos que nos levam ao esquecimento, ao sono profundo, sem sonhos.

Ao longo das nossas histórias a maioria de nós, passivamente e sem questionamento algum, se quer desconfia de que o modo como sente ou pensa pode ter sido totalmente alterado por outros sistemas de valores e de crenças muito diferentes do que poderíamos ser. Mais do que se imagina, inúmeras pessoas ao longo de suas vidas são submetidas à potentes forças de persuasão e coerção, nem sempre as identificando como tais. Correm o risco de esquecerem-se por completo de quem um dia já foram, sem sequer suspeitarem do quanto passaram a viver como autômatos.

Existe uma metodologia chamada de Lavagem Cerebral que faz uma espécie de doutrinação cega no pensamento e no modo de ser das pessoas reeducando-as para que funcionem de acordo com o que se espera que sejam. Para que este intento se realize com sucesso, métodos agressivos como persuasão, imposição autoritária, inserção de culpas, cansaço e outros da mesma ordem costumam servir como regras básicas a serem aplicadas sobre as vitimas. Com os avanços das condutas de tortura mental, automaticamente essas pessoas vão sendo inseridas em situações de clausura, posto que com o tempo, não mais conseguem viverem a própria duvida distantes dos abusos. Permanecem numa espécie de torpor psicológico que as impedem de ver com clareza onde e como estão. Acabam se convencendo de que não vão dar conta de terem vida própria, com pensamentos livres e independentes. São induzidas a pensar que não serão capazes de se auto gerenciarem sem os tais tutores abusadores. Nessa etapa a confusão perceptiva já esta feita e a lavagem cerebral totalmente realizada. Chamo isso de fase final do ser humano, onde ele, mesmo que não saiba, desistiu de si mesmo. 

Em relacionamentos com abusadores narcisistas perversos, por exemplo, os métodos não são nada distantes do que é conhecido como lavagem cerebral e sim, podemos fazer analogias. Narcisistas perversos usam de agressividade velada ou não com a finalidade de persuadirem parceiros à silenciarem em suas autodefesas, vencendo-os pelo cansaço até que por fim consigam denegrir suas auto estimas gerando o esperado, que é a dependência emocional. Para chegarem nesse ponto, os farão acreditar nas mais descabidas mentiras incluindo duvidarem de si mesmos e de suas capacidade inatas de terem discernimento. 

Por meio da lavagem cerebral, os correlacionados começam a pensar e ter opiniões sobre si mesmos que não teriam se estivessem em condições de liberdade, mas não sabem disso. Nestes termos, as técnicas utilizadas para a lavagem cerebral costumam ser a desumanização, privação do sono, assédio moral, inserção de sentimentos de culpa, inversão sequencial de verdades e gaslightening.
Os comportamentos abusivos sobre as vitimas serão tão incidentes e tão indutores de culpa que chegará um ponto em que seus cérebros estarão como uma pagina em branco, hora em que as presas ficam totalmente dominadas e submissas. E mesmo quando sabem que sofreram abusos, muitas das vitimas, pelo efeito maléfico da lavagem cerebral, passam a acreditar que não são capazes de seguir com a própria vida sem estarem atadas em seus algozes, fragilizadas, supõe que seus abusadores são o únicos que tem o poder para conduzir as suas vidas. Parece historia de ficção, mas infelizmente não é. Com isso, muitas ainda que visivelmente dilaceradas, no período da necessária ruptura, por vezes ainda desesperadamente defenderão os seus manipuladores, clamando para voltarem para situação de reféns.

Se acaso estiver passando por algum relacionamento desconfortável, por alguns instantes faça o papel do observador, como se fosse uma terceira pessoa começando a enxergar o que esta acontecendo nessa relação e ouse entrar na sua essência priorizando ver as nuances do seu eu verdadeiro. Veja se esta relação de verdade te deixa feliz e completo e se é este é o caminho a seguir. Faça uma reflexão e observe se você se deslocou de tudo o que pode significar ser você mesmo. E, no final, se concluir que pode estar passando alguma situação de abuso emocional busque olhar para fora da caixa desconstruindo verdades que em alguns momentos lhe pareceram ser absolutas. Peça ajuda e faça terapia para efetivamente viver o direito de estar no seu melhor. 
Quanto mais despertos, melhor!

por STUM
Somos Todos Um

sexta-feira, 24 de março de 2017

Are You Lost In The World Like Me - Você está Perdido no Mundo como Eu?



Esta é uma faixa de These Systems Are Failing , o primeiro álbum do projeto musical Moby & The Void Pacific Choir. O músico de Nova York batizou os sete vocalistas que ele comprou para o registro após a citação de DH Lawrence: "As pessoas em LA estão satisfeitas em não fazer nada e olhar para o vazio pacífico".

Estes sistemas estão falhando é o registro político mais explícito que Moby já fez. 
Ele escreve em seu manifesto para o álbum: 

"Construímos grandes cidades, grandes indústrias, grandes sistemas, esses sistemas deveriam proteger-nos, libertar-nos, mas em vez disso envenenaram o nosso ar, mataram os animais, mataram a terra e nos destruíram.
 Conquistou os problemas de produção de alimentos e distribuição de riqueza, mas estamos mais miseráveis ​​do que nunca ".

Animado pelo animador e ilustrador freelance Steve Cutts, de Londres, o clipe em preto e branco vê cidadãos zombificados ignorando agressões sexuais e suicídio, porque eles são absorvidos demais por seus celulares. 

segunda-feira, 13 de março de 2017

10 Estratégias de Manipulação em Massa utilizadas diariamente contra Você

manipulação em massa é pensada e estrategiada por pequenos grupos da “elite” mundial.Noam Chomsky é um linguista, filósofo, cientista cognitivo, comentarista e ativista político norte-americano.Ele é reverenciado em âmbito acadêmico como “o pai da linguística moderna“, também é uma das mais renomadas figuras no campo da filosofia analítica. 
Em um estado totalitário não se importa com o que as pessoas pensam, desde que o governo possa controlá-la pela força usando cassetetes. Mas quando você não pode controlar as pessoas pela força, você tem que controlar o que as pessoas pensam, e a maneira típica de fazer isso é através da propaganda (fabricação de consentimento, criação de ilusões necessárias), marginalizando o público em geral ou reduzindo-a a alguma forma de apatia” (Chomsky, N., 1993)
Inspirado nas idéias de Noam Chomsky, o francês Sylvain Timsit elaborou a lista das “10 estratégias mais comuns de manipulação em massa através dos meios de comunicação de massa
Sylvain Timsit elenca estratégias utilizadas diariamente há dezenas de anos para manobrar massas, criar um senso comum e conseguir fazer a população agir conforme interesses de uma pequena elite mundial.
Qualquer semelhança com a situação atual do Brasil não é mera coincidência, os grandes meios de comunicação sempre estiveram alinhados com essas elites.
Esses grupos praticam incansavelmente várias dessas estratégias para manipular diariamente as massas, até chegar um momento que você realmente crê que o pensamento é seu.

1. A Estratégia da Distração

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração, que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio, ou inundação de contínuas distrações e de informações insignificantes.
A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir o público de interessar-se por conhecimentos essenciais, nas áreas da ciência, economia, psicologia, neurobiologia e cibernética.

Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real.
Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais.

2. Criar problemas e depois oferecer soluções

Este método também é chamado “problema-reação-solução“. Se cria um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja aceitar.

Por exemplo: Deixar que se desenvolva ou que se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas desfavoráveis à liberdade.
Ou também: Criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos. (qualquer semelhança com a atual situação do Brasil não é mera coincidência).
Este post PORQUE A GRANDE MÍDIA ESCONDE DE VOCÊ AS NOTÍCIAS BOAS? retrata bem porque focar nos problemas é interessante para grande mídia.

3. A estratégia da gradualidade

Para fazer que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradualmente, a conta-gotas, por anos consecutivos. 

Foi dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas, neoliberalismo por exemplo, foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990.
Estratégia também utilizada por Hitler e por vários líderes comunistas.  E comumente utilizada pelos grandes meios de comunicação.

4. A estratégia de diferir

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como “dolorosa e necessária“, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura.
É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente.
Depois, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “amanhã tudo irá melhorar” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se à ideia da mudança e aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

5. Dirigir-se ao público como crianças

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantismuitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse uma criança de pouca idade ou um deficiente mental.
Quanto mais se tenta enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante.
Por quê? “Se alguém se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como as de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade.”

6. Utilizar o aspecto emocional muito mais do que a reflexão

Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e finalmente no sentido crítico dos indivíduos.
Por outro lado, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou injetar ideias, desejos, medos e temores, compulsões ou induzir comportamentos.

7. Manter o público na ignorância e na mediocridade

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão.
“A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores e as classes sociais superiores seja e permaneça impossível de ser revertida por estas classes mais baixas.

8. Estimular o público a ser complacente com a mediocridade

Promover ao público a crer que é moda o ato de ser estúpido, vulgar e inculto. Introduzir a idéia de que quem argumenta demais e pensa demais é chato e mau humorado, que lhe falta humor de sorrir das mazelas da vida. 
Assim as pessoas vivem superficialmente, sem se aprofundar em nada e sempre ter uma piadinha para se safar do aprofundamento necessário a questões maiores.
A idéia é tornar qualquer aprofundamento como sendo desnecessário. Pois qualquer aprofundamento sério e lúcido sobre um assunto pode derrubar sistemas criados para enganar a multidão. 

9. Reforçar a auto-culpabilidade

Fazer com que o indivíduo acredite que somente ele é culpado pela sua própria desgraçapor causa da insuficiência de sua inteligência, suas capacidades, ou de seus esforços.
Assim, no lugar de se rebelar contra o sistema econômico, o indivíduo se auto desvaloriza e se culpa, o que gera um estado depressivo, cujo um dos efeitos é a inibição de sua ação. E, sem ação, não há questionamento!

10. Conhecer aos indivíduos melhor do que eles mesmos se conhecem

No transcurso dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado uma crescente brecha entre os conhecimentos do público e aqueles possuídos e utilizados pelas elites dominantes.Graças à biologia, a neurobiologia a psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado sobre a psique do ser humano, tanto em sua forma física como psicologicamente.O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos, maior que dos indivíduos sobre si mesmos.

Nós do Yogui.co acreditamos que para se manter desperto e apto a tomar decisões sem sermos massa de manobra devemos nos auto-conhecer, o caminho mais profundo de auto-conhecimento é a meditação (ao nosso ver).A simples tarefa de olharmos internamente para cada nuance de nosso ser e questionar cada célula, cada pensamento é o caminho básico para quem deseja despertar de toda essa manipulação que foi pensada para nos manter dispersos.

Quanto mais disperso o ratinho. Mais facilmente cai na ratoeira

Fonte : Yogui.co