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sexta-feira, 21 de abril de 2017

Estudo comprova comunicação MENTE-a-MENTE a grande Distância

Você já se pegou em alguma das situações abaixo?

comunicação mente-a-mente-5– Eu estava pensando nessa mesma música que você começou cantar.
– Nossa, como você descobriu que eu iria falar isso?
– Ohh, eu pensei em você neste instante e você me liga.
Essas são só alguns de vários exemplos de situações que a maioria das pessoas já se viram envolvidas. Essa comunicação instantânea espontânea cérebro a cérebroexiste, mas muitos consideram uma simples coincidência.
comunicação mente-a-mente-1Um grupo de neurocientistas internacionais e robótica foram tentar provar cientificamente que isso não é coincidência e descobriram pela primeira vez que os cérebros humanos podem de fato “falar” diretamente um ao outro, mesmo a milhares de quilômetros de distância.

comunicação mente-a-mente-2Um estudo da comunicação cérebro-cérebro conduzida em coordenação com a Harvard Medical School provou que a interação extra-sensorial mente-mente pode acontecer através de grandes distâncias, aproveitando diferentes caminhos na mente.
comunicação mente-a-mente-7estudo, co-autoria de Alvaro Pascual-Leone, diretor do Centro de Berenson-Allen e Professor de Neurologia da Escola Médica de Harvard, descobriu que a informação pode ser transmitida com sucesso entre dois cérebros humanos com distâncias superiores a5.000 milhas de distância.
Os pesquisadores estavam curiosos se alguém pudesse se comunicar diretamente com outra pessoa, e testaram sua hipótese através da leitura da atividade cerebral de uma pessoa para outra. Ocorrendo então, uma comunicação neuro-física de ‘mensagens instantâneas’.
“Na pesquisa foram transmitidas com êxito as palavras “hola” e “ciao” em uma transmissão de um local na Índia para um local na França mediada por computador cérebro-cérebro usando eletroencefalograma ligado a internet (EEG) e assistida por robô e estimulação magnética transcraniana guiada por imagem”.
Usando eletrodos ligados ao couro cabeludo de uma pessoa para gravar as suas correntes cerebrais (sinalização elétrica) durante um pensamento-ação, o computador poderia interpretar esse sinal e traduzi-lo para a saída de controle como um robô ou uma cadeira de rodas motorizada.
comunicação mente-a-mente-3
O estudo mediu um segundo cérebro humano na extremidade de recepção. Os participantes que tiveram a transmissão com êxito estavam entre as idades de 28 e 50 anos. Um indivíduo foi responsável pela interface cérebro-computador (BCI) e era o remetente das palavras escolhidas para o estudo, os outros três foram atribuídos a tarefa de receber a mensagem com a interface cérebro-computador e sendo observados seus padrões de ondas cerebrais .
Embora os padrões de EEG tivessem de ser traduzidos do código binário, a saudação ‘Hola‘ e ‘Ciao‘ foi realizada com sucesso e enviada com confirmação de volta ao remetente, na Índia a partir de França. Quando as mensagens foram enviadas, os indivíduos apresentaram estimulação cerebral fosfenos, que são flashes de luz, que ocorrem na visão periférica como uma espécie de código morse – como uma seqüência.
Isso comprova inicialmente experiências que as pessoas sabem quando um ente querido morre, mesmo estando a milhares de quilômetros de distância, fenômeno estranho que parece existir fora das barreiras tempo/espaço e aceitamos como limitações para a comunicação pessoa-a-pessoa.
Talvez possamos nos livrar de nossos celulares em breve, uma vez que aprendemos a “falar” diretamente com nossos destinatários, usando apenas as nossas mentes.

 por Yogui.Co

sábado, 15 de abril de 2017

Rigidez Mental – Quando sua Forma de Pensar te Impede de Crescer

A psicóloga Jennifer Delgado Suarez nos explica os aspectos da rigidez mental.

Albert Einstein disse que a mente que se abre a uma nova ideia nunca retorna ao seu tamanho original. No entanto, abrir a mente é um exercício complicado, muito mais do que gostaríamos de admitir.
Na verdade, a rigidez mental já começamos a construir a partir do nascimento. Cada aprendizagem abre novas portas, mas também fecha outras.
À medida que crescemos e formamos nossa própria imagem do mundo, estamos cheios de estereótipos, preconceitos e crenças que são muito difíceis de remover. No entanto, a rigidez mental não se refere apenas às ideias, mas, acima de tudo, a maneira de pensar.
A rigidez mental nos torna prisioneiros, diminui nossa capacidade de adaptação, criatividade, espontaneidade e positividade. Nos prendemos a velhos padrões que nos impedem de crescer intelectualmente e emocionalmente.

Na verdade, as pessoas rígidas mentalmente são aquelas que:

  • Pensam que só há um "modo adequado" de fazer as coisas.
  • Assumem que a sua perspectiva é a única correta e que o resto está errado.
  • Não estão abertas à mudança porque isso assusta-as.
  • Se apegam ao passado e recusam se mover.
Mas se alguma coisa caracteriza pessoas com rigidez mental é o desejo de ter razão a todo custo. Elas não percebem que este desejo é extremamente prejudicial porque a possibilidade de estar errado e cometer erros é, justamente, a principal ferramenta de aprendizado e crescimento.
Nós não podemos crescer, não podemos realmente assimilar novos conhecimentos, seja a nível intelectual ou emocional, se não nos dermos conta de que o que sabemos ou cremos pode estar errado ou pelo menos insuficiente.
Na verdade, uma das principais características das pessoas que têm uma certa flexibilidade mental é  ser capaz de perceber que decisões erradas não são “más decisões”, em última análise, qualquer decisão é boa se for seguida por uma outra decisão de vermos o lado positivo disso. 
Flexibilidade mental é justamente saber que qualquer decisão que tomamos, sempre abre diante de nós um mundo de possibilidades. 
Portanto, a flexibilidade mental é estarmos dispostos a equivocar-nos, não ter medo dos erros e tentar entender e abraçar as coisas novas ou pontos de vista diferentes dos nossos.

A Rigidez Mental como resistência inconsciente

A pessoa que desenvolve uma maneira muito rígida de pensar, de certa forma, estão se protegendo. De fato, a rigidez mental pode também ser entendida como uma resistência psicológica. Em certo ponto, quando uma ideia vai contra o que você pensa, você experimenta uma sensação estranha que lhe confunde, paralisa e faz com que você feche às razões.
Assim, muitas pessoas simplesmente rejeitam o argumento, sem analisar. No entanto, a boa notícia é que quando isso acontece é porque algo no seu interior se dá conta que há um problema, algo precisa ser resolvido, embora o processo seja doloroso.
De fato, em muitos casos, perceber que algo que você acreditava cegamente por anos não é verdade, ou pelo menos não é toda a verdade,  pode causar uma dor enorme que pode dar lugar a uma crise existencial.

Como Abrir a Caixinha

A boa notícia é que a flexibilidade mental é uma habilidade que pode ser desenvolvida e aprendida.

1. Concentre-se em suas emoções. 

Quando você está tentado a rejeitar completamente uma ideia, observe como você se sente. Se você se sentir desconfortável com o que você ouve, é provável que a rigidez em sua maneira de pensar esconde uma resistência inconsciente.
Pergunte a si mesmo o que tem medo. Se você responder honestamente, irá descobrir muitas coisas. Na verdade, quanto mais medo você sente, mais iluminará essa resistência.

2. Alimente o desejo de crescer. 

A curiosidade continua sendo uma das ferramentas mais poderosas que temos à nossa disposição para crescer como pessoas.
Em vez de aceitar as velhas idéias, pergunta-se “por que”. Se começar a questionar tudo que você sempre deu como certo, não só encontrará respostas novas como também descobrirá um novo mundo, muito mais vasto.

3. Desenvolver empatia.

Em alguns casos, você provavelmente não concorde com as idéias, as formas de pensar e atitudes dos outros. No entanto, em vez de rejeitá-los de imediato, tente se colocar no lugar deles para entender de onde vêm esse ponto de vista.
Se você rejeitar o que não sabe ou não gosta, você será a mesma pessoa de antes, mas se você tentar entender o outro, terá caminhado um passo além e crescerá.

4. Abrace os erros. 

Ter certa flexibilidade mental significa não ter medo dos erros, significa estar disposto a aproveitar as novas oportunidades, mesmo que isso signifique se equivocar.
Se trata de entender a vida como um contínuo aprendizado, onde cada erro não é um passo atrás, mas sim um passo a frente em nossa evolução, pois nos permite desfazermos velhos padrões já enraizados.

5. Não busque a verdade absoluta. 

Toda vez que assumimos uma verdade como um fato imutável, significa que paramos de olhar nessa direção e, portanto, começamos a morrer um pouco todos os dias nessa área. Assim, é importante não se prender a uma única maneira de ver as coisas e manter uma mente aberta.

por Yogui.co

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Lavagem Cerebral em Relacionamentos Abusivos

Sobre os sistemas abusivos que nos levam ao esquecimento, ao sono profundo, sem sonhos.

Ao longo das nossas histórias a maioria de nós, passivamente e sem questionamento algum, se quer desconfia de que o modo como sente ou pensa pode ter sido totalmente alterado por outros sistemas de valores e de crenças muito diferentes do que poderíamos ser. Mais do que se imagina, inúmeras pessoas ao longo de suas vidas são submetidas à potentes forças de persuasão e coerção, nem sempre as identificando como tais. Correm o risco de esquecerem-se por completo de quem um dia já foram, sem sequer suspeitarem do quanto passaram a viver como autômatos.

Existe uma metodologia chamada de Lavagem Cerebral que faz uma espécie de doutrinação cega no pensamento e no modo de ser das pessoas reeducando-as para que funcionem de acordo com o que se espera que sejam. Para que este intento se realize com sucesso, métodos agressivos como persuasão, imposição autoritária, inserção de culpas, cansaço e outros da mesma ordem costumam servir como regras básicas a serem aplicadas sobre as vitimas. Com os avanços das condutas de tortura mental, automaticamente essas pessoas vão sendo inseridas em situações de clausura, posto que com o tempo, não mais conseguem viverem a própria duvida distantes dos abusos. Permanecem numa espécie de torpor psicológico que as impedem de ver com clareza onde e como estão. Acabam se convencendo de que não vão dar conta de terem vida própria, com pensamentos livres e independentes. São induzidas a pensar que não serão capazes de se auto gerenciarem sem os tais tutores abusadores. Nessa etapa a confusão perceptiva já esta feita e a lavagem cerebral totalmente realizada. Chamo isso de fase final do ser humano, onde ele, mesmo que não saiba, desistiu de si mesmo. 

Em relacionamentos com abusadores narcisistas perversos, por exemplo, os métodos não são nada distantes do que é conhecido como lavagem cerebral e sim, podemos fazer analogias. Narcisistas perversos usam de agressividade velada ou não com a finalidade de persuadirem parceiros à silenciarem em suas autodefesas, vencendo-os pelo cansaço até que por fim consigam denegrir suas auto estimas gerando o esperado, que é a dependência emocional. Para chegarem nesse ponto, os farão acreditar nas mais descabidas mentiras incluindo duvidarem de si mesmos e de suas capacidade inatas de terem discernimento. 

Por meio da lavagem cerebral, os correlacionados começam a pensar e ter opiniões sobre si mesmos que não teriam se estivessem em condições de liberdade, mas não sabem disso. Nestes termos, as técnicas utilizadas para a lavagem cerebral costumam ser a desumanização, privação do sono, assédio moral, inserção de sentimentos de culpa, inversão sequencial de verdades e gaslightening.
Os comportamentos abusivos sobre as vitimas serão tão incidentes e tão indutores de culpa que chegará um ponto em que seus cérebros estarão como uma pagina em branco, hora em que as presas ficam totalmente dominadas e submissas. E mesmo quando sabem que sofreram abusos, muitas das vitimas, pelo efeito maléfico da lavagem cerebral, passam a acreditar que não são capazes de seguir com a própria vida sem estarem atadas em seus algozes, fragilizadas, supõe que seus abusadores são o únicos que tem o poder para conduzir as suas vidas. Parece historia de ficção, mas infelizmente não é. Com isso, muitas ainda que visivelmente dilaceradas, no período da necessária ruptura, por vezes ainda desesperadamente defenderão os seus manipuladores, clamando para voltarem para situação de reféns.

Se acaso estiver passando por algum relacionamento desconfortável, por alguns instantes faça o papel do observador, como se fosse uma terceira pessoa começando a enxergar o que esta acontecendo nessa relação e ouse entrar na sua essência priorizando ver as nuances do seu eu verdadeiro. Veja se esta relação de verdade te deixa feliz e completo e se é este é o caminho a seguir. Faça uma reflexão e observe se você se deslocou de tudo o que pode significar ser você mesmo. E, no final, se concluir que pode estar passando alguma situação de abuso emocional busque olhar para fora da caixa desconstruindo verdades que em alguns momentos lhe pareceram ser absolutas. Peça ajuda e faça terapia para efetivamente viver o direito de estar no seu melhor. 
Quanto mais despertos, melhor!

por STUM
Somos Todos Um

terça-feira, 4 de abril de 2017

Armadilha 3: Dissonância Cognitiva - Série Armadilhas da Mente

  A dissonância cognitiva explica o desconforto que sentimos quando temos duas ideias contraditórias ou incompatíveis, ou quando nossas crenças não estão em harmonia com aquilo que praticamos.

          A teoria da dissonância cognitiva ilustra a maneira como lidamos com as nossas incoerências. O psicólogo Leon Festinger observou que temos um impulso de buscar a harmonia em todas as nossas atitudes e crenças, pois, caso contrário, nos sentimos psicologicamente desconfortáveis.
          A tendência inicial é buscarmos explicações, justificativas e racionalizações para nosso comportamento incoerente. Por ser um sentimento desagradável, a dissonância nos motiva a substituir a crença, a atitude ou o comportamento dissonante.
         Quando nos deparamos com percepções, informações ou ideias em conflito, tentamos reduzir a ansiedade produzida através de algumas dessas posturas:
  • Substituindo uma ou mais crenças, atitudes ou comportamentos que estejam envolvidos na dissonância;
  • Adquirindo novas informações ou crenças que irão aumentar a consonância;
  • Ignorando ou desmerecendo aquilo que mantêm a situação de dissonância.
         Um exemplo é o fumante que sabe de todos os prejuízos que o fumo acarreta e continua a fumar ou alguém que defende radicalmente os direitos dos animais, mas que não deixa de comer carne.
         Por que as pessoas continuam fazendo coisas que não se ajustam ao que elas já sabem, ou mantendo opiniões incoerentes entre si? Isso ilustra bem o processo de autocorrupção que mantém o ego protegido de um possível autoenfrentamento, ante os desconfortos que a incoerência lhe acarreta, na tentativa de  preservar a autoimagem ou pela dificuldade em ‘abrir mão’ dos ganhos secundários que a postura incoerente proporciona.

domingo, 2 de abril de 2017

O que é a Dissonância Cognitiva?

O que é a dissonância cognitiva?

Já experimentou a sensação de pensar uma coisa e fazer outra, sem perceber que manifestam duas ideias incompatíveis? Estas situações lhe causam mal-estar ou o deixam tenso? Isto se chama dissonância cognitiva.

Na Psicologia, a dissonância cognitiva é entendida como o stress ou desconforto que percebemos quando temos duas ideias contraditórias ou incompatíveis, ou quando nossas crenças não estão em harmonia com aquilo que praticamos.

O que fazemos perante a dissonância cognitiva?

Quando experimentamos o stress ou o desconforto por manifestar duas ideias incompatíveis, tentaremos eliminá-las ou evitar a situação e informações que possam alimentá-las. Ou seja, tentaremos minimizar a dissonância. Para minimizá-la podemos usar diversas formas, como mudar a atitude, alterar o ambiente ou acrescentar novas informações e conhecimentos.
Desta forma, podemos descobrir que quase todos vivenciamos as dissonâncias cognitivas. Por exemplo, quando não vamos a academia, mesmo que esse seja nosso objetivo semanal, quando comemos chocolate estando em dieta, quando desejamos algo e não podemos satisfazer esse desejo, e então o criticamos ou lhe restamos valor, fumamos um cigarro quando nos é proibido pelo médico, ou quando aquilo que adquirimos não corresponde às nossas expectativas. No caso de não ir à academia, vai contra nossas crenças sobre “perder alguns quilos” ou sobre “levar uma vida saudável”. E terminamos por não ir à academia, então, o que é mais fácil de modificar, algo que fizemos no passado, um hábito ou nossas crenças?
A opção mais fácil costuma ser a última. No momento em que devemos acrescentar novas crenças, mudamos as que já possuímos ou damos importância à aquelas incompatíveis, de modo a eliminar a incongruência. “Ir à academia é algo que se percebe em longo prazo, não acontece nada ao deixar de ir“, “Apenas um dia não fará diferença”, “Tentarei ir na próxima semana”. Podemos mudar nossas crenças de diversos modos, porém mantendo nosso objetivo final, que será valorizar mais ainda a opção eleita, e dar peso à alternativa não selecionada. E assim ocorre com outros exemplos.

Primeiro agir, depois justificar a ação.

Como se percebe, a dissonância cognitiva explica a nossa tendência para a auto-justificação. A ansiedade ou o stress que envolvem a possibilidade de termos tomado uma decisão errada ou de realizar algo incorreto, pode nos empurrar a inventar novas justificativas ou explicações que apoiem nossa decisão ou ato.  Não temos sustentação em simultâneo para dois pensamentos contraditórios ou incompatíveis, e justificamos tal contradição, ainda que seja com novas ideias absurdas.
É importante assinalar que a dissonância cognitiva apenas ocorre quando os indivíduos possuem a liberdade de escolha ao realizar a conduta. Caso nos obriguem a fazer algo contra nosso desejo, não se produz o stress. Mesmo que nos convençamos de que fomos obrigados, isso pode servir também como justificativa para minimizar o mal-estar.

Porém, é contraindicado minimizar a dissonância?

A princípio não, pois é um mecanismo que usamos para nosso bem-estar. O que importa é ter consciência de que quando ocorre, devemos evitar cair no auto-engano. Por exemplo, nos finais de relacionamentos, ou perante amores não correspondidos, costumamos justificar o fato usando frase como “já sabia que isto não daria certo”, “não valia a pena”, “não era o que eu esperava”; mesmo nos sentindo doloridos é custoso admitir tal fato.
Inclusive com pessoas que possuem autoestima baixa é possível observar isso, pois são pessoas que esperam pouco de si mesmas, e tentam mentir para ocultar o que consideram fraquezas, criando armaduras e máscaras, que escondem seus reais sentimentos. O que acontece? Bem, as pessoas as tratam como supõem que são, ou seja, conforme a face que expõem, e ao contrário no seu íntimo se sentem mal compreendidas. Porém isso é muito importante, temos que saber que lidamos com o mecanismo da dissonância cognitiva para evitar cair no auto-engano, em críticas e mentiras.

Fonte: A Mente é Maravilhosa