Mostrando postagens com marcador aspecto emocional. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador aspecto emocional. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 20 de abril de 2017

A Revolução do nosso tempo é a Revolução da Consciência


Se dermos uma olhada nos acontecimentos do nosso mundo, vamos perceber facilmente que vivemos em tempos revolucionários.
A revolução dos nossos dias é, no entanto, completamente diferente de quaisquer outras revoluções na história da humanidade.
Esta revolução não é organizada, a fim de reorganizar o domínio de poderes e formas, de modo a substituir as formas antigas e ultrapassadas com as novas, dinâmicas e vívidas.
Esta revolução é capaz de assumir a humanidade além das formas.

A revolução do nosso tempo é a revolução da Consciência.

A Consciência, ficou adormecida sob o feitiço de identificação com as formas durante milhares de anos, está lentamente despertando em nossos dias. Há um alarmante aumento cada vez mais poderosoe o número de pessoas sensíveis à chamada para o despertar está ficando maior e maior.
Os efeitos desse impulso nos despertam do nosso sonho de identificação com as formas e é sentido por todos. Mas muitos de nós não somos conscientes do que realmente experimentamos.

Sentimos que os sucessos realizáveis no mundo são cada vez menos atraente para nós. Reconhecemos atrás de sucessos e fracassos que há algo mais profundo, algo mais profundo em nossa vida.
Vemos isso no dia a dia  um número crescente de jovens que questionam a adequação das metas oferecidas pelo ensino social e religioso. Eles sacudiram a poeira tentando guiar-se ao caminho certo, e, como conseqüência, eles são expostos à experiência de vazio e desespero.
A Sociedade oferece uma “solução” para o problema, sob a forma de produtos das indústrias de entretenimento e medicamentos para aliviar. Hoje, estas indústrias estão prosperando e se transformando em indústrias extremamente lucrativas. Eles oferecem “ajuda” para os jovens na supressão de medo e no tratamento de outros sintomas superficiais.

Há apenas uma porta de entrada que conduz para fora desta situação: e essa porta é o momento presente. Precisamos deslocar o centro de gravidade da nossa vida da periferia para o centro. O que significa isso?
A borda é o presente estado de Consciência, em que a esmagadora maioria das pessoas vive. Esse é o estado de se identificar com a mente, o da consciência adormecida.
Esse é o estado de perfeita identificação com pensamentos, emoções e desejos, onde buscamos as metas da nossa vida só no mundo das formas, seja através de materiais brutos (que experimentos com os 5 sentidos) ou formas materiais mais sutis(pensamentos, emoções).

O motor da nossa existência sobre a borda é a ambição de se tornar algo ou alguém.

No ponto central, a consciência desperta, e o mundo interno de silêncio são além da mente. Não se refere ao silêncio forçado interno sobre si mesmo através de várias técnicas de meditação(neste caso, na concentração de fato), mas o indescritível, o vivenciável, vivo no vazio interior.
Nesse ponto, não há nenhum esforço, nenhum desejo e ambição. Este é o estado de abandono perfeito e submissão, submetendo-nos ao momento presente, ao AGORA.
A revolução da Consciência está ocorrendo, justamente, agora, no momento presente. Não há estratégias, não há grandes líderes nessa revolução, há apenas heróis que entendem o progresso evolutivo da consciência e estão abertos para permitir que os processos terão seu lugar em si.


por Yogui.Co

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Armadilha 1: Procrastinação - Série Armadilhas da mente

        A procrastinação é um comportamento muito comum em que uma ação necessária é evitada ou adiada indefinidamente. Dessa maneira, a pessoa quer iniciar alguma tarefa ou mesmo terminar o que começou, mas é levada a postergar a ação, por motivos que sempre lhe parecem alheios à sua vontade. É o que popularmente chamamos “empurrar com a barriga”.

          O hábito de adiar algo importante, como terminar um relatório de trabalho, iniciar uma mudança positiva de hábitos, procurar um profissional da saúde quando se sente doente, resulta em:

- perda de produtividade,
- estresse,
- ansiedade,
- angústia,
- sensação de culpa,
- e vergonha, pelo não cumprimento das responsabilidades e compromissos.

         Por que procrastinamos? Quando nos envolvemos com alguma tarefa que não gera prazer imediato, o cérebro interpreta isso como uma ameaça.
          O Sistema Nervoso Central produz certas substâncias – neurotransmissores- relacionadas com as emoções, sentimentos e comportamentos. Toda vez que a pessoa recebe um estímulo positivo, forte, agradável, seu cérebro gera a dopamina, que dá a sensação de felicidade, de estar de bem com a vida, em fluxo com o Universo e todos os sentimentos decorrentes disso. A dopamina gera prazer, alegria, força, êxtase, euforia, poder, sexualidade, confiança, sentimento de poder enfrentar qualquer desafio. Ela é indispensável para ação motora, força de vontade, alegria e bem-estar.
         A dopamina é um neurotransmissor extremamente potente. Sua diminuição é fatal para o crescimento do indivíduo. Sua presença traz uma sensação de controle total da situação, de poder enfrentar qualquer desafio, qualquer inimigo, qualquer problema. Este é o neurotransmissor básico do Macho Alfa ou da Fêmea Dominante.

         Nos tornamos, de certa forma ,dependentes deste tipo de sensação de poder. Quando uma tarefa tem grandes possibilidades de provocar a produção de dopamina, o cérebro busca avidamente por ela. Por outro lado, quando o cérebro entende que uma ação não será capaz de produzir dopamina, ele simplesmente tenta evitá-la de todas as maneiras.
         Frente a uma tarefa, a amígdala cerebral - a parte do cérebro que controla o cérebro emocional - inicia uma rápida avaliação entre o agir e o não agir, baseada em experiências semelhantes registradas na memória.  Quando a tarefa não parece prazerosa, entram em ação outros neurotransmissores, provocando medo e ansiedade. Então, evita-se a ação para que haja um retorno ao ponto de equilíbrio emocional.

         O córtex pré-frontal é a área do cérebro responsável por funções de execução cerebral como planejamento, controle de impulsos, atenção, e age como um filtro, diminuindo estímulos que causam distração ao indivíduo. Lesões ou baixa utilização dessa área podem reduzir a capacidade de uma pessoa filtrar esses estímulos, resultando em má organização, perda de atenção e aumento da procrastinação.
         Normalmente, a amígdala cerebral leva menos tempo para produzir uma reação emocional do que o córtex pré-frontal leva para julgar e se decidir pela ação. É por esse motivo que, muitas vezes, a emoção vence a razão e adiamos uma ação necessária indefinidamente, ou pelo menos até o prazo final para executá-la, quando a dor por não agir torna-se maior do que o desprazer de agir.

         Qual de nós já não adiou a realização de uma tarefa importante como: praticar exercícios, iniciar a leitura de um livro que pode mudar nossa visão de mundo, aprender um idioma, emagrecer, parar de ingerir bebidas alcoólicas, começar a poupar?
         A procrastinação acontece com todos, uma vez ou outra, mas há pessoas em que esse comportamento torna-se uma desordem persistente e debilitante. Nesses casos, o hábito relaciona-se com ansiedade, baixa autoestima, falta de criatividade e mentalidade autodestrutiva. Embora a procrastinação seja considerada normal, é um fator limitante para o crescimento pessoal.
         Os procrastinadores podem adiar suas tarefas por:
  • Perfeccionismo: nunca estão satisfeitos com os resultados do que estão fazendo; portanto, não se sentem prontos para finalizar o que iniciam.
  • Impulsividade: se envolvem demais com atividades menos importantes, cujas soluções têm baixo impacto como, por exemplo, responder a todos os e-mails que recebem ou conferir a todo o momento o que está acontecendo nas redes sociais.
  • Medo: temem o fracasso e a opinião alheia frente ao seu desempenho. Não começar algo, neste caso, é a melhor forma para não fracassar ou não ser julgado.
         Mesmo sendo um forte hábito, a procrastinação é uma escolha do indivíduo. A angústia associada à procrastinação somente se extingue quando a tarefa é concluída.
          Há técnicas e ferramentas que podem ajudar, mas o problema só será resolvido, em definitivo, através do autoconhecimento e da busca pela expansão de consciência.

segunda-feira, 20 de março de 2017

“Escola é lugar de recuperação de sonhos”

“Por que tenho que ir à escola?” 

Esta pergunta pode ganhar diferentes contornos de respostas se refletirmos sobre o lugar em que colocamos a escola na vida das crianças e o modo que justificamos sua atuação nela. E isso tudo diz muito sobre o que imaginamos que é o sentido da vida.
Para as crianças a escola é o espaço – fora de casa – mais importante para sua constituição como seres humanos. Mas, dependendo do que entendemos como vida, seu sentido, o futuro, podemos passar para elas uma ideia equivocada de como esse espaço pode se constituir em sua vida.

Silvia Bleichmar, psicanalista argentina nos recorda ou nos alerta que a “Escola é um Lugar de recuperação de sonhos .
Segundo ela, não podemos indicar às crianças que precisam ir à escola para conseguir um emprego e ganhar a vida, pois isso seria contraditório com a ideia de dar sentido à vida, pois seria como estar trabalhando para ter mais trabalho.

Se a um Ser Humano dizemos que a única coisa que importa de tudo o que está fazendo agora é preparar-se para continuar vivendo,estamos falando a um escravo e não a um 
Ser Humano “

Assim, é preciso considerar que é preciso dar sentido à vida para as crianças, que elas compreendam que estamos aqui para mais do que uma auto conservação.

Não se pode propor a um Ser Humano que o sentido da sua vida está em ganhar a sua subsistência,porque isso não é sentido de vida nenhuma “.

Para que possam se realizar e construir um mundo cada vez melhor, precisamos mudar nossa postura e ajudar as crianças a entenderem o sentido da vida.

Temos que parar com esta idéia de que projetamos às crianças que o único sentido de conservar sua vida é para que trabalhem e sobrevivam: o sentido de conservar sua vida é para construir um país distinto onde possam recuperar os sonhos. E a escola é um lugar de recuperação de sonhos,não somente de auto conservação “.

Fonte: Toda Criança pode Aprender

segunda-feira, 13 de março de 2017

10 Estratégias de Manipulação em Massa utilizadas diariamente contra Você

manipulação em massa é pensada e estrategiada por pequenos grupos da “elite” mundial.Noam Chomsky é um linguista, filósofo, cientista cognitivo, comentarista e ativista político norte-americano.Ele é reverenciado em âmbito acadêmico como “o pai da linguística moderna“, também é uma das mais renomadas figuras no campo da filosofia analítica. 
Em um estado totalitário não se importa com o que as pessoas pensam, desde que o governo possa controlá-la pela força usando cassetetes. Mas quando você não pode controlar as pessoas pela força, você tem que controlar o que as pessoas pensam, e a maneira típica de fazer isso é através da propaganda (fabricação de consentimento, criação de ilusões necessárias), marginalizando o público em geral ou reduzindo-a a alguma forma de apatia” (Chomsky, N., 1993)
Inspirado nas idéias de Noam Chomsky, o francês Sylvain Timsit elaborou a lista das “10 estratégias mais comuns de manipulação em massa através dos meios de comunicação de massa
Sylvain Timsit elenca estratégias utilizadas diariamente há dezenas de anos para manobrar massas, criar um senso comum e conseguir fazer a população agir conforme interesses de uma pequena elite mundial.
Qualquer semelhança com a situação atual do Brasil não é mera coincidência, os grandes meios de comunicação sempre estiveram alinhados com essas elites.
Esses grupos praticam incansavelmente várias dessas estratégias para manipular diariamente as massas, até chegar um momento que você realmente crê que o pensamento é seu.

1. A Estratégia da Distração

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração, que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio, ou inundação de contínuas distrações e de informações insignificantes.
A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir o público de interessar-se por conhecimentos essenciais, nas áreas da ciência, economia, psicologia, neurobiologia e cibernética.

Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real.
Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais.

2. Criar problemas e depois oferecer soluções

Este método também é chamado “problema-reação-solução“. Se cria um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja aceitar.

Por exemplo: Deixar que se desenvolva ou que se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas desfavoráveis à liberdade.
Ou também: Criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos. (qualquer semelhança com a atual situação do Brasil não é mera coincidência).
Este post PORQUE A GRANDE MÍDIA ESCONDE DE VOCÊ AS NOTÍCIAS BOAS? retrata bem porque focar nos problemas é interessante para grande mídia.

3. A estratégia da gradualidade

Para fazer que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradualmente, a conta-gotas, por anos consecutivos. 

Foi dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas, neoliberalismo por exemplo, foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990.
Estratégia também utilizada por Hitler e por vários líderes comunistas.  E comumente utilizada pelos grandes meios de comunicação.

4. A estratégia de diferir

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como “dolorosa e necessária“, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura.
É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente.
Depois, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “amanhã tudo irá melhorar” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se à ideia da mudança e aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

5. Dirigir-se ao público como crianças

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantismuitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse uma criança de pouca idade ou um deficiente mental.
Quanto mais se tenta enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante.
Por quê? “Se alguém se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como as de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade.”

6. Utilizar o aspecto emocional muito mais do que a reflexão

Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e finalmente no sentido crítico dos indivíduos.
Por outro lado, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou injetar ideias, desejos, medos e temores, compulsões ou induzir comportamentos.

7. Manter o público na ignorância e na mediocridade

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão.
“A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores e as classes sociais superiores seja e permaneça impossível de ser revertida por estas classes mais baixas.

8. Estimular o público a ser complacente com a mediocridade

Promover ao público a crer que é moda o ato de ser estúpido, vulgar e inculto. Introduzir a idéia de que quem argumenta demais e pensa demais é chato e mau humorado, que lhe falta humor de sorrir das mazelas da vida. 
Assim as pessoas vivem superficialmente, sem se aprofundar em nada e sempre ter uma piadinha para se safar do aprofundamento necessário a questões maiores.
A idéia é tornar qualquer aprofundamento como sendo desnecessário. Pois qualquer aprofundamento sério e lúcido sobre um assunto pode derrubar sistemas criados para enganar a multidão. 

9. Reforçar a auto-culpabilidade

Fazer com que o indivíduo acredite que somente ele é culpado pela sua própria desgraçapor causa da insuficiência de sua inteligência, suas capacidades, ou de seus esforços.
Assim, no lugar de se rebelar contra o sistema econômico, o indivíduo se auto desvaloriza e se culpa, o que gera um estado depressivo, cujo um dos efeitos é a inibição de sua ação. E, sem ação, não há questionamento!

10. Conhecer aos indivíduos melhor do que eles mesmos se conhecem

No transcurso dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado uma crescente brecha entre os conhecimentos do público e aqueles possuídos e utilizados pelas elites dominantes.Graças à biologia, a neurobiologia a psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado sobre a psique do ser humano, tanto em sua forma física como psicologicamente.O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos, maior que dos indivíduos sobre si mesmos.

Nós do Yogui.co acreditamos que para se manter desperto e apto a tomar decisões sem sermos massa de manobra devemos nos auto-conhecer, o caminho mais profundo de auto-conhecimento é a meditação (ao nosso ver).A simples tarefa de olharmos internamente para cada nuance de nosso ser e questionar cada célula, cada pensamento é o caminho básico para quem deseja despertar de toda essa manipulação que foi pensada para nos manter dispersos.

Quanto mais disperso o ratinho. Mais facilmente cai na ratoeira

Fonte : Yogui.co