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segunda-feira, 1 de maio de 2017

Evolução Indigo (Legendado em português)




As Crianças Índigo são apenas uma fantasia de alguns indivíduos, ou há provas reais em como elas realmente existem? E talvez o mais importante, saber qual é o propósito destas crianças, o que estão a fazer aqui? Será que és um índigo?

Se estiver a ler este artigo, a resposta é provavelmente sim, mesmo que não acredite.
Neste documentário, o que vai ver, é uma coleção de entrevistas com algumas das mais incríveis crianças do planeta actual, juntamente com aqueles que se tornaram mestres nas áreas de medicina, psicologia, educação, filosofia, e até mesmo religião – que se distinguiram nas suas áreas de especialização, providenciando informação para que responda a estas perguntas por si mesmo.
A Evolução Índigo é um documentário sobre a mudança da raça humana e a evolução para além dos 5 sentidos, tendo em conta a esfera do pensamento, emoção e vibração de todas as espécies para além do reino físico. Se todo este conceito de Crianças Índigo é novo para si, ou se já estuda  este fenômeno há algum tempo e se interessa por aprender mais, este documentário entusiasmará a sua mente.

Disfrute!

O termo “Índigo” refere-se à cor Índigo da Aura vista em volta de certos indivíduos que mostram o que alguns poderiam chamar de “capacidades valiosas” ou talvez até a celebre frase “não sei o que é”, sei que apenas brilha quando eles utilizam as suas capacidades. 
Muitas vezes, são rotulados como sofrendo de uma espécie de deficit (ADD, ADHD, Dislexia…) que vem realmente da sua inconformidade com a autoridade, juntamente com as suas capacidades de pensar criativamente, a confusão mental e o caos que aparece por serem obrigados a viverem numa sociedade que está fora do seu paradigma mental e espiritual. (isto é: O que significa que as pessoas não se abracem umas às outras, onde quer que elas estejam?!).


“A Evolução Índigo ilumina as vidas das crianças referidas como ‘Índigos’. O filme descreve-os como criativos, excêntricos e independentes. Impacientes com o status quo, estas crianças possuem um alto grau de integridade e intuição. Muitos são, muitas vezes,  tanto inteligentes como talentosos nas áreas de arte e tecnologia, e diz-se que alguns trazem consigo o dom da cura”.

Como irá ver neste documentário, na maioria das vezes,  estas crianças são demasiado espertas  para a idade bem como muito sensíveis sob todos os aspectos – fisicamente, emotivamente e espiritualmente, e nem sempre se sentem confortáveis nos seus corpos. Facilmente experimentam uma espécie de sobrecarga sensorial, o que requer a atenção de alguém, que se preocupem consigo, que os escute, para ajudá-los a enraizar e estar presentes nos seus corpos. Enquanto os seus comportamentos são instáveis, a filosofia e a perspectiva de vida é muito consistente – têm um alto nível da consciência social e um desejo de fazer do mundo um lugar melhor.

Equipa Casa Índigo

domingo, 30 de abril de 2017

A Evolução Índigo



O primeiro documentário em longa-metragem acerca do fenómeno das Crianças Índigo.

The Indigo Evolution PosterDepois do êxito magnifico do Filme Índigo que por todo o mundo foi exibido no Dia Mundial do Índigo, no passado 29 de Janeiro de 2005 e que em Portugal continuou a ser exibido por todo o país ao longo do ano, nasce agora dos mesmos realizadores este magnífico documentário que tem por intenção alertar o mundo para o fenómeno índigo, pois como nos referem os autores:

Hoje em dia fala-se muito acerca duma nova espécie de seres humanos que está a chegar ao nosso mundo. São descritos como sendo criativos, excêntricos, independentes, que agem como se fossem “realeza”, impacientes com o status quo, “destruidores do sistema”, que possuem um elevado grau de integridade e altamente intuitivos. Diz-se inclusive que alguns possuem “dons” sobrenaturais que usarão para “curar o mundo”. Apesar de nenhum rótulo se encaixar com exactidão, são por vezes apelidados de “Índigos”, “Cristais” ou “Star Children”.
Tendo em conta esta constatação os seus realizadores, alguns deles já nossos conhecidos: James Twyman, Stephen Simon, Doreen Virtue resolveram criar um documentário que tem como principal intenção responder a várias questões, tais como:
  •  Estes “Índigos” são só uma noção fantasiada de alguns indivíduos com interesses em música new-age e crenças metafísicas ou há mesmo evidência que eles existem?
  •  Sobretudo porque é que eles estão cá e como é que podemos ajudá-los a alcançar o seu objectivo de criar um mundo baseado nas leis da compaixão e da paz?
Para responderem a estas e outras questões pertinentes foram realizadas entrevistas com algumas das crianças, consideradas mais conscientes no nosso planeta e ainda se acrescentaram debates com autoridades do mundo da medicina, psicologia, educação, filosofia e religião que irão providenciar e transmitir informações para que o espectador retire as suas próprias conclusões e possa reflectir mais conscientemente sobre factos e experiências concretas que giram à volta deste apaixonante tema ÍNDIGO.

Acerca dos Realizadores

James TwymanJames Twyman (Produtor/Director)É cantor/compositor e o autor de “Emissary of Love – The Psychic Children Speak” e “Messages from Thomas: Raising Psychic Children”. James escreveu e foi o Produtor Executivo do Filme Índigo que estreou em Janeiro de 2005.
Stephen SimonStephen Simon (Produtor Executivo)Produziu filmes como “Somewhere in Time” e “What Dreams May Come” e é o autor de “The Force is With You: Mystical Movie Messages That Inspire Our Lives”.
Kent RomneyKent Romney (Co-Produtor/Co-Director)Este é o primeiro documentário de Kent como director e produtor. Em anos recentes, viajando até terra distantes e culturas exóticas trabalho nas equipas de produção de filmes e projectos de televisão para cadeias como Discovery Channel, National Geographic, ABC Primetime entre outras. Como realizador cria projectos de filmes e vídeo que reflectem os seus interesses em viagens de aventuras, tópicos sociais, assuntos culturais e crescimento espiritual.
Doreen VirtueDoreen Virtue (Produtora Associada)Possui M.A. e Ph.D. em psicologia clinica, é a autora de mais de 20 livros sobre anjos, chakras, Crianças Cristal, Crianças Índigo, saúde e dieta, e outros assuntos relacionados com mente-corpo-espírito. É reconhecida como uma perita na área de Crianças Índigo e os seus livros acerca desse assunto incluem “The Care and Feeding of Indigo Children” e “The Crystal Children” (As Crianças Cristal).

Apresentação completa do documentário legendado em Português: A Evolução Índigo.

Fonte: Casa Índigo

sábado, 15 de abril de 2017

Rigidez Mental – Quando sua Forma de Pensar te Impede de Crescer

A psicóloga Jennifer Delgado Suarez nos explica os aspectos da rigidez mental.

Albert Einstein disse que “a mente que se abre a uma nova ideia nunca retorna ao seu tamanho original.” No entanto, abrir a mente é um exercício complicado, muito mais do que gostaríamos de admitir.
Na verdade, a rigidez mental já começamos a construir a partir do nascimento. Cada aprendizagem abre novas portas, mas também fecha outras.
À medida que crescemos e formamos nossa própria imagem do mundo, estamos cheios de estereótipos, preconceitos e crenças que são muito difíceis de remover. No entanto, a rigidez mental não se refere apenas às ideias, mas, acima de tudo, a maneira de pensar.
A rigidez mental nos torna prisioneiros, diminui nossa capacidade de adaptação, criatividade, espontaneidade e positividade. Nos prendemos a velhos padrões que nos impedem de crescer intelectualmente e emocionalmente.

Na verdade, as pessoas rígidas mentalmente são aquelas que:

  • Pensam que só há um "modo adequado" de fazer as coisas.
  • Assumem que a sua perspectiva é a única correta e que o resto está errado.
  • Não estão abertas à mudança porque isso assusta-as.
  • Se apegam ao passado e recusam se mover.
Mas se alguma coisa caracteriza pessoas com rigidez mental é o desejo de ter razão a todo custo. Elas não percebem que este desejo é extremamente prejudicial porque a possibilidade de estar errado e cometer erros é, justamente, a principal ferramenta de aprendizado e crescimento.
Nós não podemos crescer, não podemos realmente assimilar novos conhecimentos, seja a nível intelectual ou emocional, se não nos dermos conta de que o que sabemos ou cremos pode estar errado ou pelo menos insuficiente.
Na verdade, uma das principais características das pessoas que têm uma certa flexibilidade mental é  ser capaz de perceber que decisões erradas não são “más decisões”, em última análise, qualquer decisão é boa se for seguida por uma outra decisão de vermos o lado positivo disso. 
Flexibilidade mental é justamente saber que qualquer decisão que tomamos, sempre abre diante de nós um mundo de possibilidades. 
Portanto, a flexibilidade mental é estarmos dispostos a equivocar-nos, não ter medo dos erros e tentar entender e abraçar as coisas novas ou pontos de vista diferentes dos nossos.

A Rigidez Mental como resistência inconsciente

A pessoa que desenvolve uma maneira muito rígida de pensar, de certa forma, estão se protegendo. De fato, a rigidez mental pode também ser entendida como uma resistência psicológica. Em certo ponto, quando uma ideia vai contra o que você pensa, você experimenta uma sensação estranha que lhe confunde, paralisa e faz com que você feche às razões.
Assim, muitas pessoas simplesmente rejeitam o argumento, sem analisar. No entanto, a boa notícia é que quando isso acontece é porque algo no seu interior se dá conta que há um problema, algo precisa ser resolvido, embora o processo seja doloroso.
De fato, em muitos casos, perceber que algo que você acreditava cegamente por anos não é verdade, ou pelo menos não é toda a verdade,  pode causar uma dor enorme que pode dar lugar a uma crise existencial.

Como Abrir a Caixinha

A boa notícia é que a flexibilidade mental é uma habilidade que pode ser desenvolvida e aprendida.

1. Concentre-se em suas emoções. 

Quando você está tentado a rejeitar completamente uma ideia, observe como você se sente. Se você se sentir desconfortável com o que você ouve, é provável que a rigidez em sua maneira de pensar esconde uma resistência inconsciente.
Pergunte a si mesmo o que tem medo. Se você responder honestamente, irá descobrir muitas coisas. Na verdade, quanto mais medo você sente, mais iluminará essa resistência.

2. Alimente o desejo de crescer. 

A curiosidade continua sendo uma das ferramentas mais poderosas que temos à nossa disposição para crescer como pessoas.
Em vez de aceitar as velhas idéias, pergunta-se “por que”. Se começar a questionar tudo que você sempre deu como certo, não só encontrará respostas novas como também descobrirá um novo mundo, muito mais vasto.

3. Desenvolver empatia.

Em alguns casos, você provavelmente não concorde com as idéias, as formas de pensar e atitudes dos outros. No entanto, em vez de rejeitá-los de imediato, tente se colocar no lugar deles para entender de onde vêm esse ponto de vista.
Se você rejeitar o que não sabe ou não gosta, você será a mesma pessoa de antes, mas se você tentar entender o outro, terá caminhado um passo além e crescerá.

4. Abrace os erros. 

Ter certa flexibilidade mental significa não ter medo dos erros, significa estar disposto a aproveitar as novas oportunidades, mesmo que isso signifique se equivocar.
Se trata de entender a vida como um contínuo aprendizado, onde cada erro não é um passo atrás, mas sim um passo a frente em nossa evolução, pois nos permite desfazermos velhos padrões já enraizados.

5. Não busque a verdade absoluta. 

Toda vez que assumimos uma verdade como um fato imutável, significa que paramos de olhar nessa direção e, portanto, começamos a morrer um pouco todos os dias nessa área. Assim, é importante não se prender a uma única maneira de ver as coisas e manter uma mente aberta.

por Yogui.co

quarta-feira, 12 de abril de 2017

A Arte de Saber Desistir


Quando saber desistir? Desistir é sempre ruim? Ou tem uma arte em saber quando desistir? Aqui vamos ver as bases para você avaliar e determinar quando é bom desistir.
Muito de nós fomos criados com a ideia que desistir é sempre ruim. “Vencedores nunca desistem!” Mas isso é uma grande mentira. Vencedores desistem toda hora! Se você não desistir de algo ruim, você estará perdendo. Mas, é claro, se desistir nas condições erradas, vai perder também. Então o segredo é avaliar bem Como e Quando Desistir.

Nossos recursos são limitados e temos que saber bem como empreende-los. Se continuarmos a investir nosso tempo, foco, paciência e dinheiro em algo que não está nos dando retorno, então perdemos a oportunidade de colocar toda essa energia e tempo em algo que vai dar retorno.
Não importa qual o empreendimento, que pode ser algo tão superficial como um investimento financeiro ou tão profundo como a escolha do caminho espiritual que vai tomar ou um casamento. Devemos ter um plano, uma estratégia de saída ao começar o empreendimento.
Pense nisso como um “contrato de desistência”. Elabore e pense quais condições para desistir de algo no início, quando tudo parece legal. Abrace o pacote completo: tudo que vai fazer mas junto com as condições que lhe levariam a não mais querer se envolver com aquilo.

Tire o tempo para avaliar as condições necessárias para você manter-se empenhado. O que levará você a considerar que o empreendimento não mais lhe vale a pena? Em suma, quanto tempo, quanta perda financeira e quanto sofrimento está disposto a aguentar? E como isso se compara com o que tem a ganhar?
Quando as coisas começarem a ficar ruim, estará tomado de sentimentos negativos. Não tendo um plano previamente pensado, com calma e inteligência, sobre quando deveria desistir, estes sentimentos negativos irão se alimentar da dúvida, fazendo você querer desistir mais e mais. Se deixar o sentimento lhe tomar, fará uma má decisão. Mas se tiver um “contrato de desistência”, pode friamente ver se as condições para desistir foram cumpridas ou se algo fundamental mudou no empreendimento que faria você rever ele do zero. Se isso não aconteceu, então poderá concentrar sua força de vontade e foco em manter-se firme, mesmo passando por alguma dificuldade.

Toda situação – seja correr uma maratona, um negócio, um emprego, um casamento ou sua dedicação a um caminho espiritual – tem seus momentos de baixa. Nada é sempre um mar de rosas. No momento de baixa ficamos na dúvida, na incerteza – ficamos um pouco confusos. Este não é o momento para avaliar se deve desistir ou não, pois isso vai tirar sua determinação de manter-se no caminho para superar a baixa. Tendo previamente pensado nos parâmetros de desistência, você evita este risco.
Mesmo na vida espiritual, você fará muito bem se souber quando é bom achar outro caminho. Quando sentir que não está tendo respostas, quando sentir que está fazendo tudo que se pede, mas não está tendo resultados, ou quando sentir que está sendo explorado – todos estes seriam bons momentos para reavaliar suas escolhas e procurar um novo guru ou linha espiritual.

No meu livro, “O Caminho 3T” (www.3T.org.br) eu falo sobre a importância de viver seus valores, sua essência, ou seja, seu dharma, priorizando sempre seu bem-estar holístico: físico, emocional e espiritual. Isso certamente criará boas bases para saber quando algo é bom para você ou não.

Por Giridhari Das 


segunda-feira, 20 de março de 2017

“Escola é lugar de recuperação de sonhos”

“Por que tenho que ir à escola?” 

Esta pergunta pode ganhar diferentes contornos de respostas se refletirmos sobre o lugar em que colocamos a escola na vida das crianças e o modo que justificamos sua atuação nela. E isso tudo diz muito sobre o que imaginamos que é o sentido da vida.
Para as crianças a escola é o espaço – fora de casa – mais importante para sua constituição como seres humanos. Mas, dependendo do que entendemos como vida, seu sentido, o futuro, podemos passar para elas uma ideia equivocada de como esse espaço pode se constituir em sua vida.

Silvia Bleichmar, psicanalista argentina nos recorda ou nos alerta que a “Escola é um Lugar de recuperação de sonhos“ .
Segundo ela, não podemos indicar às crianças que precisam ir à escola para conseguir um emprego e ganhar a vida, pois isso seria contraditório com a ideia de dar sentido à vida, pois seria como estar trabalhando para ter mais trabalho.

“Se a um Ser Humano dizemos que a única coisa que importa de tudo o que está fazendo agora é preparar-se para continuar vivendo,estamos falando a um escravo e não a um 
Ser Humano “. 

Assim, é preciso considerar que é preciso dar sentido à vida para as crianças, que elas compreendam que estamos aqui para mais do que uma auto conservação.

“Não se pode propor a um Ser Humano que o sentido da sua vida está em ganhar a sua subsistência,porque isso não é sentido de vida nenhuma “.

Para que possam se realizar e construir um mundo cada vez melhor, precisamos mudar nossa postura e ajudar as crianças a entenderem o sentido da vida.

“Temos que parar com esta idéia de que projetamos às crianças que o único sentido de conservar sua vida é para que trabalhem e sobrevivam: o sentido de conservar sua vida é para construir um país distinto onde possam recuperar os sonhos. E a escola é um lugar de recuperação de sonhos,não somente de auto conservação “.

Fonte: Toda Criança pode Aprender