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quinta-feira, 6 de abril de 2017

Armadilha 1: Procrastinação - Série Armadilhas da mente

        A procrastinação é um comportamento muito comum em que uma ação necessária é evitada ou adiada indefinidamente. Dessa maneira, a pessoa quer iniciar alguma tarefa ou mesmo terminar o que começou, mas é levada a postergar a ação, por motivos que sempre lhe parecem alheios à sua vontade. É o que popularmente chamamos “empurrar com a barriga”.

          O hábito de adiar algo importante, como terminar um relatório de trabalho, iniciar uma mudança positiva de hábitos, procurar um profissional da saúde quando se sente doente, resulta em:

- perda de produtividade,
- estresse,
- ansiedade,
- angústia,
- sensação de culpa,
- e vergonha, pelo não cumprimento das responsabilidades e compromissos.

         Por que procrastinamos? Quando nos envolvemos com alguma tarefa que não gera prazer imediato, o cérebro interpreta isso como uma ameaça.
          O Sistema Nervoso Central produz certas substâncias – neurotransmissores- relacionadas com as emoções, sentimentos e comportamentos. Toda vez que a pessoa recebe um estímulo positivo, forte, agradável, seu cérebro gera a dopamina, que dá a sensação de felicidade, de estar de bem com a vida, em fluxo com o Universo e todos os sentimentos decorrentes disso. A dopamina gera prazer, alegria, força, êxtase, euforia, poder, sexualidade, confiança, sentimento de poder enfrentar qualquer desafio. Ela é indispensável para ação motora, força de vontade, alegria e bem-estar.
         A dopamina é um neurotransmissor extremamente potente. Sua diminuição é fatal para o crescimento do indivíduo. Sua presença traz uma sensação de controle total da situação, de poder enfrentar qualquer desafio, qualquer inimigo, qualquer problema. Este é o neurotransmissor básico do Macho Alfa ou da Fêmea Dominante.

         Nos tornamos, de certa forma ,dependentes deste tipo de sensação de poder. Quando uma tarefa tem grandes possibilidades de provocar a produção de dopamina, o cérebro busca avidamente por ela. Por outro lado, quando o cérebro entende que uma ação não será capaz de produzir dopamina, ele simplesmente tenta evitá-la de todas as maneiras.
         Frente a uma tarefa, a amígdala cerebral - a parte do cérebro que controla o cérebro emocional - inicia uma rápida avaliação entre o agir e o não agir, baseada em experiências semelhantes registradas na memória.  Quando a tarefa não parece prazerosa, entram em ação outros neurotransmissores, provocando medo e ansiedade. Então, evita-se a ação para que haja um retorno ao ponto de equilíbrio emocional.

         O córtex pré-frontal é a área do cérebro responsável por funções de execução cerebral como planejamento, controle de impulsos, atenção, e age como um filtro, diminuindo estímulos que causam distração ao indivíduo. Lesões ou baixa utilização dessa área podem reduzir a capacidade de uma pessoa filtrar esses estímulos, resultando em má organização, perda de atenção e aumento da procrastinação.
         Normalmente, a amígdala cerebral leva menos tempo para produzir uma reação emocional do que o córtex pré-frontal leva para julgar e se decidir pela ação. É por esse motivo que, muitas vezes, a emoção vence a razão e adiamos uma ação necessária indefinidamente, ou pelo menos até o prazo final para executá-la, quando a dor por não agir torna-se maior do que o desprazer de agir.

         Qual de nós já não adiou a realização de uma tarefa importante como: praticar exercícios, iniciar a leitura de um livro que pode mudar nossa visão de mundo, aprender um idioma, emagrecer, parar de ingerir bebidas alcoólicas, começar a poupar?
         A procrastinação acontece com todos, uma vez ou outra, mas há pessoas em que esse comportamento torna-se uma desordem persistente e debilitante. Nesses casos, o hábito relaciona-se com ansiedade, baixa autoestima, falta de criatividade e mentalidade autodestrutiva. Embora a procrastinação seja considerada normal, é um fator limitante para o crescimento pessoal.
         Os procrastinadores podem adiar suas tarefas por:
  • Perfeccionismo: nunca estão satisfeitos com os resultados do que estão fazendo; portanto, não se sentem prontos para finalizar o que iniciam.
  • Impulsividade: se envolvem demais com atividades menos importantes, cujas soluções têm baixo impacto como, por exemplo, responder a todos os e-mails que recebem ou conferir a todo o momento o que está acontecendo nas redes sociais.
  • Medo: temem o fracasso e a opinião alheia frente ao seu desempenho. Não começar algo, neste caso, é a melhor forma para não fracassar ou não ser julgado.
         Mesmo sendo um forte hábito, a procrastinação é uma escolha do indivíduo. A angústia associada à procrastinação somente se extingue quando a tarefa é concluída.
          Há técnicas e ferramentas que podem ajudar, mas o problema só será resolvido, em definitivo, através do autoconhecimento e da busca pela expansão de consciência.

domingo, 2 de abril de 2017

O que é a Dissonância Cognitiva?

O que é a dissonância cognitiva?

Já experimentou a sensação de pensar uma coisa e fazer outra, sem perceber que manifestam duas ideias incompatíveis? Estas situações lhe causam mal-estar ou o deixam tenso? Isto se chama dissonância cognitiva.

Na Psicologia, a dissonância cognitiva é entendida como o stress ou desconforto que percebemos quando temos duas ideias contraditórias ou incompatíveis, ou quando nossas crenças não estão em harmonia com aquilo que praticamos.

O que fazemos perante a dissonância cognitiva?

Quando experimentamos o stress ou o desconforto por manifestar duas ideias incompatíveis, tentaremos eliminá-las ou evitar a situação e informações que possam alimentá-las. Ou seja, tentaremos minimizar a dissonância. Para minimizá-la podemos usar diversas formas, como mudar a atitude, alterar o ambiente ou acrescentar novas informações e conhecimentos.
Desta forma, podemos descobrir que quase todos vivenciamos as dissonâncias cognitivas. Por exemplo, quando não vamos a academia, mesmo que esse seja nosso objetivo semanal, quando comemos chocolate estando em dieta, quando desejamos algo e não podemos satisfazer esse desejo, e então o criticamos ou lhe restamos valor, fumamos um cigarro quando nos é proibido pelo médico, ou quando aquilo que adquirimos não corresponde às nossas expectativas. No caso de não ir à academia, vai contra nossas crenças sobre “perder alguns quilos” ou sobre “levar uma vida saudável”. E terminamos por não ir à academia, então, o que é mais fácil de modificar, algo que fizemos no passado, um hábito ou nossas crenças?
A opção mais fácil costuma ser a última. No momento em que devemos acrescentar novas crenças, mudamos as que já possuímos ou damos importância à aquelas incompatíveis, de modo a eliminar a incongruência. “Ir à academia é algo que se percebe em longo prazo, não acontece nada ao deixar de ir“, “Apenas um dia não fará diferença”, “Tentarei ir na próxima semana”. Podemos mudar nossas crenças de diversos modos, porém mantendo nosso objetivo final, que será valorizar mais ainda a opção eleita, e dar peso à alternativa não selecionada. E assim ocorre com outros exemplos.

Primeiro agir, depois justificar a ação.

Como se percebe, a dissonância cognitiva explica a nossa tendência para a auto-justificação. A ansiedade ou o stress que envolvem a possibilidade de termos tomado uma decisão errada ou de realizar algo incorreto, pode nos empurrar a inventar novas justificativas ou explicações que apoiem nossa decisão ou ato.  Não temos sustentação em simultâneo para dois pensamentos contraditórios ou incompatíveis, e justificamos tal contradição, ainda que seja com novas ideias absurdas.
É importante assinalar que a dissonância cognitiva apenas ocorre quando os indivíduos possuem a liberdade de escolha ao realizar a conduta. Caso nos obriguem a fazer algo contra nosso desejo, não se produz o stress. Mesmo que nos convençamos de que fomos obrigados, isso pode servir também como justificativa para minimizar o mal-estar.

Porém, é contraindicado minimizar a dissonância?

A princípio não, pois é um mecanismo que usamos para nosso bem-estar. O que importa é ter consciência de que quando ocorre, devemos evitar cair no auto-engano. Por exemplo, nos finais de relacionamentos, ou perante amores não correspondidos, costumamos justificar o fato usando frase como “já sabia que isto não daria certo”, “não valia a pena”, “não era o que eu esperava”; mesmo nos sentindo doloridos é custoso admitir tal fato.
Inclusive com pessoas que possuem autoestima baixa é possível observar isso, pois são pessoas que esperam pouco de si mesmas, e tentam mentir para ocultar o que consideram fraquezas, criando armaduras e máscaras, que escondem seus reais sentimentos. O que acontece? Bem, as pessoas as tratam como supõem que são, ou seja, conforme a face que expõem, e ao contrário no seu íntimo se sentem mal compreendidas. Porém isso é muito importante, temos que saber que lidamos com o mecanismo da dissonância cognitiva para evitar cair no auto-engano, em críticas e mentiras.

Fonte: A Mente é Maravilhosa

domingo, 19 de março de 2017

Geometria Sagrada, a misteriosa Arquitetura do Universo

A geometria é o princípio orientador da nossa realidade, quer a partir de uma perspectiva científica ou do ponto de vista místico. 

Cientistas como Einstein tem visto o espaço-tempo como um continuum, com uma determinada geometria e muitos outros físicos compreenderam que o mundo material é a representação de formas matemáticas que existem em uma espécie de espaço platônico. 
A partir de uma visão mística, a geometria reflete a ordem divina e revela a assinatura do criador, é por isso que existem princípios como a proporção áurea, conjuntos fractais ou supersimetria: ecos da unidade na multiplicidade,reconhecendo a unidade primordial em todas as coisas .

Entre os mistérios que entrelaçam a geometria com a alquimia, ambos partem de um conjunto hermético de conhecimentos, é o mistério da “quadratura do círculo”.
Quadratura do círculo é uma demonstração da harmonia universal que pode ser encontrada em edifícios antigos, como catedrais, pirâmides. Foi também demonstrada por Leonardo da Vinci nos famosos cânones da proporção humana. 
O quadrado no círculo está escondido de nossos olhos nus mas presentes em todas partes da natureza, como a famosa espiral de Fibonacci.

No interesse de aprofundar neste mistério e para construir uma ponte entre a alquimia e a geometria sagrada, David Metcalfe e Scott Olsen  ministraram um curso em 5 sessões sobre a geometria dos antepassados e as formas matemáticas que convivem com a gente, e o significado do ditado hermético como é acima, é também abaixo“.

O círculo quadrado é comumente usado na arquitetura e no design, mas poucos entendem o poder que possui de evocar um profundo senso de alienação entre o eu e o universo. 
Quando aplicado à arquitetura, artes visuais e design, o círculo do quadrado reflete os ritmos naturais do cosmos e da consciência. 
“Até você entender como esse princípio é ativo na existência, você não poderá reconhecer a verdadeira harmonia do cosmos”, dizem os autores.

Os especialistas nestes temas que colaboraram nos cursos contam com anos de pesquisa em diversas áreas: V.Garth Norman, especialista em sistemas de calendário antigos e em arqueoastronomia. 
Dr.Lance C. Harding , uma autoridade em questões como a proporção humana, geometria sagrada e construção de templos antigos. 
Tom Bree, músico, inventor de instrumentos e mestre da geometria cristã e islâmica no Prince School of Traditional Art. 
Frank Vedegys, especialista em matemáticas e assuntos esotéricos como tarô e astrologia.

Fonte: Yogui.co
#despertar#consciencia#expansão#percepção#mecanicaquantica

quarta-feira, 15 de março de 2017

Almas Gêmeas

Quando o amor surge entre duas pessoas, é possível reconhecê-lo no mesmo instante. Na verdade, o amor não surge, ele retorna. Sempre esteve ali, presente no campo de ambas, apenas aguardando o tempo certo de se revelar.

O reencontro de almas é sublime e pode ser o ápice de uma vida encarnada, a experiência mais próxima do amor divino que a carne pode conceber.

A simples visão das mãos do outro é capaz de trazer à tona um sentimento represado por eras, à espera de expressão. Basta o mergulho no olhar da pessoa para saber que ali está o ser que lhe complementa, que lhe reconhece quanto essência.

O Universo para naquele momento. Congela-se o tempo, suprime-se o espaço. Naquele instante, só existe o hálito inebriante do amor. O êxtase do inevitável. Tudo mais se torna relativo, perde a importância, a urgência.

A inesgotável energia do campo formado pelos amantes é capaz de curar feridas, gerar mundos, fecundar ideias e salvar almas que sofrem no deserto sem amor.

O amor quando chega, oferta-se generosamente e estimula os amantes a fazerem o mesmo.  A alegria suprema de um passa a ser o gozo e a realização do outro, sem qualquer traço de competição, inveja ou ciúme. Não satisfeitos, levam o amor a todos os cantos, multiplicando as bênçãos recebidas por pura gratidão.

Quanto mais os amantes convivem, maior a afinidade entre eles. Nunca se cansam um do outro. Todas as histórias compartilhadas se tornam interessantes. As confidências trocadas enlaçam seus corações.

As discussões, quando acontecem, servem de estímulo às suas mentes, que depois relaxam na paz do consenso.

Todos os sentidos se tornam extremamente aguçados. Um simples toque dos dedos ferve o sangue. Um sorriso aberto remete à mais pura felicidade.

Como a conexão é perene, nunca se teme a perda, pois o outro vive em si, mesmo à distância. O pensamento está sempre com o ser amado, mesmo quando se ocupa com outros afazeres.

A fusão de almas que verdadeiramente se amam produz uma entidade distinta, um terceiro ser, eterno, e muito maior do que a soma das partes. Essa entidade energética é que sustenta tudo quando acontece uma separação, seja qual for a razão. Ela nutre, acolhe e conecta os dois até que o momento do reencontro aconteça.

Um sentimento oceânico como esse causa um impacto profundo e transformador não só na pessoa, como no mundo. Cada ser que ama intensamente neutraliza todo o medo ao redor, pela simples ação da sua presença.

Viver um amor assim é uma experiência ansiada por todos, mesmo que inconscientemente, pois o amor é a nossa natureza. É o que verdadeiramente somos.

E você? Já viveu algo semelhante?

Acredita que algo assim seja possível?

por Mabel Cristina Dias

#despertar#consciencia#expansão#percepção#mecanicaquantica

terça-feira, 14 de março de 2017

Luz: A mais antiga terapia retornando para o novo tempo

A terapia da luz, que surge como uma grande promessa para a humanidade nesta virada do milênio, já era praticada desde o início dos tempos por diversas culturas. Já na bíblia encontramos a expressão em que Deus, o Criador disse: "Fiat Lux" (faça-se a luz) e a vida começou. Jesus na sua passagem pela terra curava com a luz de Deus e até hoje a humanidade recorre à luz do espírito para curar aqueles males que a ciência não consegue desvendar. Encontramos nos textos antigos que os médicos gregos e do antigo Egito praticavam curas por exposição à luz solar. Heliópolis, a cidade grega do sol, era uma verdadeira cidade de cura pela luz. Fundada por Heródoto, pai da helioterapia, foi concebida com inúmeros templos de cura onde se praticava a terapia solar através dos seus componentes espectrais (cores). 
Embora se atribua ao antigo Egito a descoberta da terapia cromo-espectral, foram os gregos através da helioterapia, que deram início às práticas da atualmente conhecida cromoterapia. Os antigos egípcios valendo-se do fato de que a cor vermelha estimula, enquanto que a cor azul relaxa e revigora, desenvolveram a base da cromoterapia para tratar tanto doenças físicas, mentais ou emocionais. 
Pitágoras, que viveu na Grécia 500 anos antes de Cristo, já praticava a terapia cromo-espectral. Hipócrates e Galeno, médicos gregos do início da nossa era, também conheciam as qualidades terapêuticas da luz, embora de maneira intuitiva. Aristóteles foi o primeiro a afirmar que a luz se propagava em forma de ondas, sendo Ptolomeu quem descobriu o fenômeno da refração, toda vez que a luz atravessa dois meios de natureza diferente. 
Em 1672, Isaac Newton, utilizando um prisma, foi o pioneiro na descoberta de que a luz, no seu espectro visível, ao incidir num prisma, se decompõe nas cores do arco-íris. Em 1676, Ole Römer, foi o primeiro a medir a velocidade da luz, iniciando-se assim, a ciência que estuda as características físicas da luz: a ótica. 

Quase que ao mesmo tempo, em que surgem os primeiros enfoques científicos sobre a luz e suas propriedades, surgem escritores e filósofos como Shakespeare e Descartes, que não só perceberam a importância da luz como fenômeno físico, mas também, a sua relação com a essência humana. Eles descobriram que os olhos, portadores da luz para o corpo, a mente e o espírito, constituíam uma via de acesso para se chegar à integração do ser com sua essência, com o meio externo, com o universo e com Deus.
O filósofo e escritor alemão Goethe, em 1840 lança sua obra "Teoria das Cores" onde é registrada por primeira vez na história, a influência que a cor exerce nas nossas vidas à nível físico, mental e emocional. A partir deste ponto surge um novo enfoque no estudo da luz e seus efeitos na vida humana.

Os médicos do século XIX se envolvem nas experiências de tratamentos de doenças, como a paralisia e tuberculose, com a luz solar e as cores. Em 1876 Augustus J. Pleasanton publica seu livro "Luzes do sol e azuis", onde relata os efeitos da luz azul no sistema glandular, no sistema nervoso e nos órgãos secretivos. Em 1877 o Dr. Seth Pancoast publicou seu livro "Luzes vermelhas e azuis", onde trata do poder bactericida da luz violeta. Em 1878 o dr. Edwin Babbitt publicou seu clássico "Os princípios da luz e da cor", onde relata incontáveis experiências de cura, das mais diversas desarmonias, atuando com luz colorida de diferentes cores e matizes. Esta obra despertou o interesse da classe médica pela terapia da luz e continua sendo objeto de estudo até os dias de hoje. Seguidamente descobertas, como o poder bactericida da luz ultravioleta, assim como, o reconhecimento da influência da luz na produção da vitamina D e sua incidência no tratamento do raquitismo, foram fatos que despertaram cada vez mais, o interesse dos médicos da época pelo estudo da terapia da luz. Em 1920 o médico indiano Dinshah P. Ghadiali funda o "Spectro-Chrome Institute", destinado a treinar médicos e outros terapeutas, na "terapia da luz e da cor" e em 1933 publica sua obra de três volumes: "Spectro-Chrome Metry Encyclopedia".

Nesta obra, Ghadiali, relata que todo elemento químico em estado de ativação, emite uma radiação característica dentro do espectro de bandas coloridas, chamada de linhas espectrais de Fraunhofer. Esta radiação definida por uma freqüência e um comprimento de onda, é única para cada elemento e podemos considerá-la como sendo as "impressões digitais" do elemento. Ghadiali também descobriu que quando um elemento é exposto à luz branca, ele absorve a freqüência correspondente à sua banda espectral e emite luz nessa mesma freqüência. Tal o caso do ferro na fotossíntese, em que absorve da luz branca a banda espectral correspondente à cor verde e emite essa mesma banda de freqüência, conferindo a cor verde aos vegetais. Ele concluiu que estando o corpo humano constituído de muitos elementos químicos, também ele deve absorver luz de uma dada freqüência e emiti-la ao exterior, através do campo electromagnético que envolve o corpo, que os antigos chamaram de aura. 

Então, Ghadiali, estudou o espectro de Fraunhofer para cada elemento dentro do corpo e comparou cada emissão de cor primária do elemento com sua função fisiológica. Concluiu que a principal cor emitida pelo elemento estava relacionada à função do mesmo no corpo; portanto, quando essa cor fosse aplicada terapeuticamente, auxiliaria a função deste elemento no organismo. Desenvolveu assim, um conjunto de 12 filtros de cor a serem utilizados como sistema cromo-espectral de cura, dando origem às bases de uma nova terapêutica, que prometia revolucionar a ciência médica da época, com o início de uma terapia não invasiva que permitia tratar das doenças do corpo, da mente e da alma através da luz. 
No tempo em que Dinshah Ghadiali desenvolvia o sistema cromo-espectral, o Dr. Harry Riley Spitler introduz uma pesquisa que iria revolucionar a medicina da época. Spitler, baseado nos estudos dos trabalhos de Babbitt e Ghadiali, implanta a terapia da Luz no sanatório que dirigia. Com base nos resultados obtidos, Spitler descobre que a terapia da luz que utilizava a aplicação de luz colorida, oferecia novas perspectivas de crescimento em aplicações e eficácia, quando a luz era direcionada através dos olhos.

Descobriu que tanto o sistema nervoso autônomo, quanto o sistema endócrino, estavam ligados ao cérebro através dos olhos. A luz que penetra no corpo através dos olhos, estaria restaurando o equilíbrio desses sistemas e de outras funções do cérebro. Assim, Spitler dá início a uma nova abordagem da terapia da luz, a qual chamou de sintônica. A sintônica refere-se ao equilíbrio fisiológico do sistema nervoso. Spitler descobriu também, que a cura pela luz não se processava de igual maneira com todos os indivíduos e que dependia do seu biótipo e constituição física/emocional. Spitler desenvolve então, um sistema mais completo que seus antecessores, onde relaciona a constituição e o biótipo da pessoa, baseando a terapia na energia e na freqüência da luz transmitida, em vez de baseá-la no uso de filtros coloridos, pois embora cada cor de filtro gerasse uma freqüência característica de luz, devido ao biótipo, ela não seria igualmente absorvida pelo receptor.
Spitler e seus seguidores continuaram com sucesso suas experiências até os nossos dias, baseados na comprovação científica de que os olhos são verdadeiramente as "janelas da alma". Em 1938 Spitler dá sustentação e base científica ao surgimento de uma nova terapia não invasiva que prometia revolucionar a medicina: a terapia da luz.

Mas, ao mesmo tempo em que Spitler iniciava sua escalada surpreendente dentro da classe médica, treinando médicos e outros profissionais da saúde, nesta nova visão da cura pela luz, no College of Syntonic Optometry, um fato científico muda o foco de atenção da medicina para a farmacologia. 
Foi o prêmio Nobel, outorgado ao dr. Domagk, pela descoberta da sulfanilamida, que deu início ao redirecionamento e a uma nova fase da ciência médica: a da medicina medicamentosa , onde as doenças são tratadas quimicamente, priorizando a eliminação dos sintomas, ficando em segundo plano, os tratamentos que visam reequilibrar o indivíduo gerador da doença. 
Ofuscada pela nova droga, a terapia da luz implantada por Spitler em sua clinica, foi ficando obsoleta e passou temporariamente para a clandestinidade.
Apesar da resistência da classe médica, os estudos do Dr. Spitler continuaram e suas descobertas também. Mesmo sem grande aceitação na área médica, o College of Syntonic Optometry continua até os dias atuais, desenvolvendo e divulgando as descobertas da terapia da luz através dos olhos.

Após a morte do Dr. Spitler em 1961, seus alunos e seguidores continuaram com o instituto, hoje dirigido pelo Dr. Jacob Liberman, autor da obra "Luz A Medicina do Futuro", obra que constitui uma verdadeira homenagem aos pioneiros da cura pela Luz. 
Na década de 70, o Dr. Robert Gerard em sua tese de psicologia, demostrou como os sentimentos e emoções são influenciados pela visão de determinadas cores e sua relação com o sistema nervoso autônomo. 
O Dr. Harry Wohlfarth, focalizando também o sistema nervoso autônomo (SNA), conseguiu através de estudos empíricos, verificar a influência das cores no SNA e a sua incidência na pressão arterial, na freqüência respiratória e no ritmo cardíaco.
Nesta mesma época, surgem outras pesquisas envolvendo a luz e a cor, através das observações do Dr. Max Lüscher, que estudou profundamente o tema: "preferência pela cor".

Baseado nos estudos da obra de Ghadiali, a qual sustenta que a preferência por uma determinada cor está ligada à ausência desta mesma cor dentro do indivíduo, na forma do elemento químico gerador e emissor da cor, Dr. Lüscher descobriu que a preferência por uma cor está associada a um estado mental e a um estado de equilíbrio hormonal. 
A experiência consistia em submeter repetidamente, uma região específica do cérebro de um coelho, (que era o final do caminho percorrido pela luz, desde o olho até a glândula pineal), à luzes de cores diferentes. Observou-se que algumas cores estimulavam a função endócrina, enquanto outras, podiam inibir, e até, desequilibrar completamente tal função.
A partir desta experiência, chegamos aos anos 90 com a confirmação de que, diferentes cores (comprimentos de onda diferentes) ao incidirem através do olho humano, na glândula pineal, afetariam o sistema endócrino e o sistema nervoso autônomo, o qual, por sua vez, influenciaria, através do nervo vago, todos os órgãos internos, assim como os órgãos dos sentidos e as funções periféricas do corpo.

O Dr. Lüscher descobriu também, em suas pesquisas, que à nível mental, as reações de um indivíduo a determinados comprimentos de onda, estavam associadas à sua primeira memória, anterior e única, localizada na região dos gânglios da base do cérebro, ligada às informações provenientes das profundezas de seu centro (da sua Alma talvez?). Neste ponto, podemos observar que a ciência dos anos 90 parece estar demonstrando a autenticidade das informações que os antigos obtiveram de forma intuitiva.
Tal o caso da teoria dos Chakras, encontrada em escritos tibetanos antigos, onde se sustenta que a luz entra no corpo através dos olhos (janelas da alma) até a pineal (sede da alma) e continua percorrendo um sistema de 7 centros energéticos, os quais localizam-se exatamente nos locais das principais glândulas endócrinas.

Estes centros se correspondem com diferentes estados de consciência pessoal e aspectos da personalidade, além de se comunicarem entre si, por uma rede de finos canais energéticos, chamados de nadis, que se estendem fora do corpo físico. Os antigos consideravam que pelos nadis a energia da fonte da vida se tornava matéria. 
Segundo o Dr Jacob Liberman, afirmou em sua obra: "Luz a medicina do futuro", ed. Siciliano, edição 1994, pág. 61: "Talvez seja a hora de compreendermos que nosso conhecer intuitivo antecedeu nossas descobertas científicas. Será que não estamos, na verdade, utilizando o método científico para comprovar o que já sabemos?" 
Em 1982, a Dra. Sharon McDonald deu outra valiosa contribuição à terapia da luz, submetendo 60 mulheres de meia idade portadoras de artrite reumatoide, à exposição com luz azul. Da experiência, resultou que as dores diminuíam enquanto as regiões afetadas permaneciam expostas à luz azul. Também observou que quanto maior o tempo de exposição, maior era o benefício obtido. 

Em 1985 o Dr. John Ott abre um grande portal nas pesquisas da terapia da luz, lançando o filme "Explorando o espectro" , onde mostra as observações microscópicas dos efeitos da luz sobre os padrões de movimento dos cloroplastos (componentes celulares portadores da clorofila).
Inicialmente, submeteu os cloroplastos à luz de espectro total e seguidamente fez a mesma experiência, colocando filtros vermelho e azul. O Dr. Ott observou que o padrão de movimento era alterado e interrompido, quando utilizava luz filtrada e ele retornava ao normal quando colocada uma fonte de luz ultravioleta que reproduzia características próximas ao espectro solar. 
John Ott deu sua grande contribuição ao demostrar os efeitos que determinados comprimentos de onda provocavam à nível celular, tanto em organismos animais, quanto vegetais. Esta experiência abriu espaço para direcionar as pesquisas da terapia da luz em relação às doenças que afetam os processos celulares, como a mutação do DNA que ocorre nos casos de câncer e até mesmo na AIDS. 

Posteriormente, a Dra. Smith Sonneborn, professora de zoologia e fisiologia, com base nas experiências do Dr. Ott, iniciou uma pesquisa utilizando organismos unicelulares, chamados parmécios. Ela descobriu que para uma célula se tornar cancerosa, em primeiro lugar, ela teria que sofrer uma alteração no seu componente hereditário responsável pelo reparo celular presente no DNA, por outro lado, ela verificou que as células velhas apresentavam acúmulo de DNA alterado. Seguidamente, direcionou a sua pesquisa no sentido de verificar se era possível recuperar as células danificadas e rejuvenescer as envelhecidas, para assim, eliminar o risco de se tornarem cancerosas. As pesquisas foram um verdadeiro sucesso e demonstraram claramente, que determinados tipos de luz do espectro visível, revertiam o processo de envelhecimento celular, assim como, reparavam as células cancerosas. 

Os resultados destas pesquisas, surgidos na década de 90, se aproximam cada vez mais, das atuais e novas abordagens terapêuticas, que contribuem ainda mais, para a sustentação da terapia da Luz e da cor. 
Um novo estágio na terapia da luz se inicia a partir de 1989, das descobertas do Dr. Russel J. Reiter, em relação a melatonina, o hormônio e neurotransmissor liberado pela glândula pineal.
A melatonina é produzida pela glândula pineal e regulada pelo ciclo diário de claro e escuro (conhecido como ritmo circadiano) . A glândula pineal está ligada aos olhos e o escuro lhe serve de sinal para iniciar a produção de melatonina. A glândula pineal está conectada aos olhos (as janelas da alma) por uma via nervosa direta, que produz a melatonina, ao escurecer, ajudando a regular o ritmo biológico básico de cada órgão, cada tecido e cada célula do corpo. Ela regula ainda, outros rítmos, como o ciclo do sono e vigília e o início da puberdade.

A partir dos numerosos estudos e pesquisas à respeito da ampla gama de propriedades da melatonina, a glândula pineal foi se tornando cada vez mais objeto de interesse da ciência, sendo hoje considerada como a nova glândula-mestre responsável pelo relógio biológico e pela liberação da melatonina, hormônio responsável pela produção de uma ampla variedade de hormônios que regulam diversos processos orgânicos, desde a digestão até a reprodução.
A melatonina no cérebro age como indutora do sono; no coração e no sistema circulatório, reduz a formação de coágulos, o que por sua vez, ajuda a proteger o organismo de ataques e derrames. Na corrente sangüínea, aumenta a capacidade de produção de anticorpos fortalecendo o sistema imunológico. E finalmente, no corpo inteiro, a melatonina age diretamente sobre as células, como antioxidante, protegendo-as dos danos provocados pelos radicais livres, considerados os vilões responsáveis pelo envelhecimento. 
Os radicais livres são compostos químicos produzidos no processo de degradação e oxidação das proteínas e são altamente instáveis e reativos, capazes de atacar a parede celular e provocar mutações do DNA da mitocôndria, afetando assim, os processos de reparo e renovação celular, dando origem ao envelhecimento e a produção de células cancerígenas. 

Foi comprovado que a melatonina constitui um poderoso antioxidante que inibe os ataques à membrana celular por radicais livres, protegendo o mecanismo de reparo e renovação celular, restringindo os processos de envelhecimento. Deste ponto de vista, a glândula pineal responsável pelo relógio biológico, torna-se também, a controladora do relógio anti-envelhecimento. A glândula pineal conectada aos olhos e alimentada pela luz através deles, é a diretora geral do equilíbrio entre os processos orgânicos internos e o meio externo. Se examinarmos do ponto de vista holístico, a Pineal através da luz, governa a integração e o equilíbrio entre os processos internos do ser humano e o resto do universo.
A glândula pineal considerada em 1616, como a sede da alma por René Descartes, como o centro do chakra da coroa pelos indianos e iogues, o lugar de encontro com Deus, na tradição hebraico cristã e o lugar por onde entra a energia da vida no meridiano do fígado, para os chineses, sendo posteriormente subestimada pela ciência, que a considerou como o apêndice do cérebro, hoje volta a ser o centro das atenções da ciência devido a sua possível função como "fonte da juventude", a partir das propriedades da melatonina.

Do ponto de vista filosófico, religioso e metafísico a pineal também está sendo objeto de estudos, ocupando um lugar de destaque, pois muitas técnicas de meditação e trabalhos com energia, têm revelado um aumento dos potenciais e das funções atribuídas à pineal. Assim como a ciência demostrou que as funções da pineal são afetadas pela luz e o equilíbrio luz-escuridão, também foi detectado que a glândula pineal responde não apenas à luz solar, mas também, à luz espiritual, ou seja, a luz que os olhos visualizam em estados de meditação ou de oração profundos.
Surge neste momento uma reflexão: de igual maneira, como ocorreu com a abordagem sobre a glândula pineal, que ocupou um lugar de destaque para os antigos, sendo posteriormente subestimada pela ciência moderna, e que volta hoje, a ser objeto de estudos, como a grande glândula-mestra, que promete desvendar os mistérios da vida e da eterna juventude, talvez de maneira semelhante, a terapia da luz, que chegou ao seu auge entre os antigos, e que foi encostada pela ciência do século passado, volte nos dias de hoje, como uma revolucionária terapia não-invasiva que está mostrando excelentes resultados em áreas onde as terapias convencionais fracassaram, iniciando-se uma nova fase evolutiva da ciência e da filosofia, nas quais a luz e a linguagem das cores, sejam o alimento e o remédio do futuro. 

Estamos sem dúvida, no limiar do surgimento de uma nova base para a existência humana na face da Terra, onde uma integração ciência-espiritualidade se faz absolutamente necessária para evitar retrocessos no processo evolutivo. Cabe a cada ser humano a grande responsabilidade de honrar a vida em todas as suas formas de manifestação da luz de Deus.

Bibliografia:Light the medicine of future , Jacob Liberman - Bear & Company 
Luz a medicina do futuro, Jacob Liberman - Ed. Siciliano
Homem, Comunicação e Cor, Irene T. Framckoowiak - Ed. Ícone
Corpo Território do Sagrado, Evaristo Eduardo de Miranda - Ed. Loyola
Death of Ignorance, Dr. Fred Bell - New Age Press
Melatonina a Fonte da Juventude - Steve J. Bock - Ed Campus
O Espírito este desconhecido, Jean E. Charon - Ed. Melhoramentos
As Origens da Vida, Jules Carles - Edições 70

Fonte: Somos Todos Um

#despertar#consciencia#expansão#percepção#mecanicaquantica

domingo, 12 de março de 2017

A melhor meditação é o sono

Um sono de baixa qualidade pode causar: 
  • Ganho de peso 
  • Dores de cabeça 
  • Pressão alta 
  • Diabetes 
  • Depressão 
  • Sistema imunológico deficiente 
  • Transtorno de déficit de atenção
Estima-se que 70 milhões de adultos nos Estados Unidos sofrem de problemas crônicos do sono.
Não precisamos da ciência para nos dizer que quando estamos com noites mal dormidas, ficamos mal-humorados e irritáveis. 
Reagimos de forma mais intensa, as emoções sobem rapidamente, e como resultado afeta as relações pessoais.

A privação do sono provoca desordens emocionais e mentais. Como resultado, também tomamos decisões alimentares erradas em uma tentativa de ganhar energia. 
Checklist na hora de dormir: 
  • Defina um horário de sono regular 
  • Crie uma rotina de dormir relaxante 
  • Hoje à noite e durante as próximas 20 noites, tente ir para a cama uma hora mais cedo do que costume 
  • Desligue todos aparelhos eletrônicos 30 minutos antes de ir para a cama
O que é ansiedade? É a forma particular em que cada um gerencia o estresse. 
O que é o estresse? O oposto do relaxamento.
Qual um dos principais desencadeadores do Estresse? A Falta de Sono

Fonte: Yogui.co












quarta-feira, 8 de março de 2017

O perigo mortal do Mercúrio nas amálgamas dentárias

Informação importante... muita gente tem isso nos dentes, mas não sabe das reais consequências...
De acordo com o Bureau of Labor Statistics, nos Estados Unidos, há cerca de 87.000 dentistas e, tragicamente, a maioria deles nunca aprendem sobre os perigos de amálgamas (preenchimento à base de mercúrio). Cerca de metade desses dentistas ainda colocar enchimentos do mercúrio altamente tóxicos na boca de pessoas inocentes - é hora de falar sobre este crime contra a humanidade.
Amálgamas dentárias despejam cerca de 30 toneladas de mercúrio no ar, na água e Abastecimento - a cada ano! Boyd Haley PhD, Professor Emérito de Química da Universidade de Kentucky, tem chamado mercúrio um "acidente de trem bioquímica em seu corpo". Enchimentos do mercúrio pode causar danos cerebrais, distúrbios neurológicos além de muitos outros problemas de saúde graves.
Convencionalmente dentistas treinados gostaria que você a ignorar os perigos de obturações de mercúrio
Obviamente, nem todo mundo vai notar um efeito negativo de enchimentos do mercúrio, mas, não se enganem sobre isso, este metal pesado tóxico é bioacumulativo dentro do corpo. Quanto mais tempo você vive com mercúrio - o mais tóxico do que você recebe. E, nunca considerar a remoção de obturações de mercúrio - a não ser feito por um dentista holístico treinado nos protocolos de segurança adequadas para a extração.

Em fevereiro de 1998, um grupo de pesquisadores de ponta de mercúrio do mundo anunciou que o mercúrio das obturações de amálgama pode danificar permanentemente o cérebro, rins e sistema imunológico das crianças. Vários estudos revelam que obturações de mercúrio causar problemas gastrointestinais, distúrbios do sono, problemas de concentração, perda de memória, fadiga crônica, sangramento nas gengivas além de uma série de outras doenças da boca.
A média de lançamentos de enchimento de mercúrio cerca de 34 microgramas de mercúrio por dia. Este vapor tóxico permeia cada célula do nosso corpo - finalmente quebrar o sistema imunológico. Na próxima NaturalNews Discussão Hour, Jonathan Landsman e Leonard Fazio, DDS falar sobre como remover com segurança amálgamas dentárias.
O que eu preciso considerar antes de remover recheios à base de mercúrio a partir da boca?

Primeiro de tudo, e eu digo isso respeitosamente, se o seu dentista está disposto a assumir as suas obturações de mercúrio (rapidamente) sem levar em conta as precauções de segurança adequadas - para você e para o dentista - é hora de encontrar outro dentista. Sabemos que a exposição ao mercúrio causa danos ao cérebro e se o seu dentista não protegê-lo, durante o processo de extração, então, que o dentista não está pensando claramente. Naturalmente, antes do procedimento real, seria uma ótima idéia para seguir uma dieta saudável - carregado com antioxidantes, como a vitamina C - por semanas (senão meses) - dependendo do seu estado de saúde individual.

Através da minha própria pesquisa, eu fui abençoado por ter conhecido Leonard Fazio, DDS (meu dentista pessoal) - que me ensinou muito sobre: ​​a maneira correta de determinar quais amálgama de extrair primeiro - através de 'testes elétricos ", a importância da ventilação do ambiente e os procedimentos de oxigênio, carvão vegetal lavagem - para minimizar a ameaça de exposição ao mercúrio durante o processo de perfuração e muito mais.Dr. Leonard T. Fazio formou na New York University College of Dentistry, New York, New York, em 1988. Ele vem praticando odontologia livre de mercúrio  desde 1993, e é dedicado à filosofia de holística, odontologia integrada.

Ele foi pessoalmente treinado pelo renomado Hal Huggins, DDS, e continua a expandir o seu conhecimento sobre este assunto, bem como qualquer / todas as terapias complementares e protocolos destinados a promover a saúde bucal e geral ideal.
O envenenamento por mercúrio destrói o sistema imunológico. Amálgamas dentários são 50% de mercúrio causando grandes danos para os rins, o cérebro eo sistema nervoso central. Os perigos (e de verdade) sobre enchimentos do mercúrio está sendo sistematicamente suprimida por agências governamentais de saúde e odontologia "moderno". Tudo o que posso dizer é - se você sofre de alguma doença crônica, você não vai querer perder a próxima NaturalNews Hour Talk.

Fonte: http://www.naturalhealth365.com